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Confirmadas mais 1.541 mortes por covid-19 em 24 horas

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O número de pessoas que não resistiram à covid-19 chegou a 251.498 nesta quinta-feira. Em 24 horas, foram registradas 1.541 mortes. Em contrapartida, 9.323.696 pessoas se recuperaram da doença.

O total de infectados pelo novo coronavírus chegou a 10.390.461. Entre ontem e hoje, foram confirmados 65.998 novos casos da doença

Ainda há 815.267 pessoas com casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde.

Estados

São Paulo se mantém com o maior número de mortes por covid-19 (58.528), seguido por Rio de Janeiro (32.771), Minas Gerais (18.135), Rio Grande do Sul (12.149) e Bahia (11.488). As Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (982), Roraima (1.083), Amapá (1.135), Tocantins (1.503) e Rondônia (2.801).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil – Divulgação/Ministério da Saúde


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Pazuello espera vacinar 170 milhões de brasileiros até o fim deste ano

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje (25) que espera imunizar até junho 50% da população vacinável do país, atingindo 100% até o final do ano. Pelos cálculos do ministro, isso totalizaria cerca de 170 milhões de brasileiros. Segundo Pazuello, a conta exclui as pessoas que estão na faixa etária até 18 anos, mulheres grávidas, portadores de comorbidades graves e pessoas imunodeprimidas. “Tem pessoas que ainda não podem ser vacinadas.”

Pazuello informou que, desde o início da campanha de vacinação até o momento – em torno de 35 dias –, foram distribuídos entre 13 milhões e 14 milhões de doses de vacina. “É uma vitória do nosso país, com produção própria, em alguns casos; com importação, em outros; e com a capacidade logística de distribuir isso para os estados e para 5.570 municípios de forma simultânea.”

De acordo com o ministro, não existe nenhuma ação que não esteja sendo feita para garantir a vacinação. Pazuello destacou que foram contratadas todas as vacinas “possíveis de ser contratadas. Falo do cronograma com contratos assinados e entregues”. Quem não cumprir os contratos sofrerá medidas cabíveis, advertiu.

Pazuello ressaltou a responsabilidade de cada um no Sistema Único de Saúde (SUS) neste momento da pandemia. “Não podemos deixar de fazer nada”. Ele afirmou que, na ponta da linha, os secretários estaduais e municipais de Saúde e os diretores de hospitais têm que fazer de tudo para aumentar a capacidade de atendimento, de pronto atendimento “e de salvar vidas”.

O ministro prometeu apoio aos secretários, “com tudo que for necessário”, e se disse convicto de que não deixou nada, nem ninguém para trás.

Cepas

Pazuello admitiu que diversas cepas do coronavírus já estão no Brasil e destacou que o modo como se desenvolvem em cada cidade e região depende de fatores climáticos, sociais, de saneamento e de cultura.

Segundo o ministro, em Manaus, as medidas implementadas reduziram o número de pacientes infectados, inclusive em unidades de terapia intensiva (UTIs). “Hoje, a informação é que não haveria mais fila em Manaus. É uma grande notícia e isso mostra resultados de um grande trabalho.”

Ele informou, porém, que o número de casos aumentou no oeste do Pará, em Belém, nas capitais do Ceará e da Paraíba, em Goiás, na cidade catarinense de Chapecó e no Rio Grande do Sul, com pontos focais subindo. “Na nossa visão, estamos enfrentando uma nova etapa da pandemia. Ela tem esse vírus mutável que nos dá três vezes mais contaminação. E a velocidade com que isso acontece em pontos focais pode surpreender o gestor em termos de estrutura de apoio. Essa é a realidade que nós vivemos hoje no Brasil.”

O ministro disse que a nova realidade não está centrada apenas no Norte e Nordeste do país, como ocorreu em 2020 e que há outros locais impactados agora. Por isso, destacou a necessidade de o país estar alerta e preparado para combater o vírus.

Com esse objetivo, Pazuello citou três grandes ações. A primeira é o atendimento imediato nas unidades básicas de saúde. A segunda envolve a estruturação da capacidade em leitos para atendimento, incluindo desde recursos humanos e equipamentos até o uso de leitos remoto, ou seja, remoções. E a terceira é a vacinação. “Com essas três grandes estratégias, nós vamos enfrentar a pandemia nessa nova etapa”, afirmou.


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Dólar passa de R$ 5,50 e atinge maior valor desde novembro

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Em um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar ultrapassou a barreira de R$ 5,50 e fechou na cotação mais alta desde o início de novembro de 2020. A bolsa de valores teve forte queda e encerrou no menor nível em quase três meses.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (25) vendido a R$ 5,514, com alta de R$ 0,093 (+1,72%). A divisa operou próxima da estabilidade durante a manhã, mas passou a disparar depois das 11h.

A moeda norte-americana está no maior nível desde 5 de novembro, quando fechou vendida a R$ 5,545. O Banco Central (BC) chegou a vender US$ 615 milhões das reservas cambiais, mas a volatilidade permaneceu, com a cotação continuando a subir. Na máxima do dia, por volta das 15h30, o dólar aproximou-se de R$ 5,54.

O dia foi marcado por perdas no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta quinta aos 112.256 pontos, com queda de 2,95%. Pela manhã, o indicador operou em alta, mas inverteu o movimento após o agravamento das incertezas em relação à mudança de comando na Petrobras.

As ações da companhia – as mais negociadas na bolsa – passaram a cair em meio à indefinição sobre a continuidade da política de preços dos combustíveis. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 3,87%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) caíram 4,96%.

Em relação ao dólar, a cotação oscilou influenciada por fatores domésticos e externos. Além da troca de comando da Petrobras, o adiamento da votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que introduz contrapartidas fiscais para a recriação do auxílio emergencial provocou instabilidade no mercado.

No cenário internacional, o dólar subiu em todo o planeta com o aumento na demanda dos títulos públicos dos Estados Unidos, considerado o investimento mais seguro do mundo. A taxa do bônus de dez anos saltou para 1,5% ao ano, atingindo o maior nível em 2021. Juros mais altos dos títulos norte-americanos estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

*Com informações da Reuters.


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Federação Catarinense adia jogo entre Chapecoense e Avaí

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A Federação Catarinense de Futebol anunciou no final da tarde desta quinta-feira (25) o adiamento da partida entre Chapecoense e Avaí, válida pela primeira rodada do Estadual e programada para acontecer no próximo domingo (28), a partir das 18h (horário de Brasília), na Arena Condá. A decisão foi tomada por causa do aumento de casos do novo coronavírus (covid-19) em Chapecó.

“A partida entre Chapecoense e Avaí, que seria no domingo, às 18 horas, na Arena Condá, foi adiada. Considerando a atual situação crítica, na cidade de Chapecó, em virtude da pandemia de covid-19, que está impossibilitando que as ambulâncias sejam disponibilizadas para a partida”, diz a entidade em nota.

Segundo a Federação Catarinense, a nova data da partida ainda será definida. A decisão será tomada após a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) publicar a tabela da edição 2021 da Copa do Brasil.


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Petrobras fechou 2020 com lucro líquido de R$7,1 bilhões

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A Petrobras apresentou hoje (25) relatório com resultado financeiro do quarto trimestre do ano passado. A estatal obteve lucro líquido de R$59,9 bilhões. As cifras apontam uma superação das dificuldades registradas nos primeiros nove meses de 2020, quando a estatal foi deficitária devido aos impactos da pandemia de covid-19. No consolidado do ano, o lucro foi de R$7,1 bilhões.

Trata-se de um valor bem inferior ao de 2019, quando a Petrobras fechou com o melhor desempenho de sua história um lucro de R$40,1 bilhões. Dessa forma, o novo balanço revela uma queda de 82,3% no resultado financeiro de 2020.

“Conseguimos vencer um ambiente extremamente desafiador causado pela pandemia e por um forte choque negativo sobre a indústria de petróleo em termos globais”, avaliou o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em coletiva de imprensa para apresentar o relatório.

Na última sexta-feira (19), a substituição de Castello Branco foi comunicada publicamente pelo presidente Jairo Bolsonaro, que indicou o general Joaquim Silva e Luna para assumir o cargo máximo da estatal. O anúncio causou queda nas ações da companhia.

Castello Branco não comentou a situação. Ele avaliou que a Petrobras está caminhando para sair da crise melhor do que entrou. “Nosso fluxo de caixa livre foi o maior entre todas as empresas de Petróleo. Fomos também a única grande companhia do setor a reduzir a dívida”. Segundo a estatal, a dívida total foi reduzida de US$ 87,1 bilhões no fechamento de 2019 para US$ 75,5 bilhões no fechamento de 2020.

O presidente da Petrobras também destacou os resultados da estratégia de desinvestimento em curso desde o início de 2019. Segundo a estatal, o objetivo é realocar recursos de ativos de baixo retorno para ativos de alto retorno, além de reduzir a dívida e o risco. Entre ativos que já foram vendidos, estão as subsidiárias TAG e BR Distribuidora e diversos campos de petróleo.

Atualmente, há cerca de 50 ativos à venda em diferentes estágios. Cinco refinarias, a Petrobras Gás S.A. (Gaspetro) e vários campos maduros de petróleo já estão na etapa final de assinatura dos contratos. “Isso não significa desmonte nenhum. Recebemos cerca de US$ 18 bilhões até agora”, disse Castello Branco.

Lucro operacional

O relatório também registra o valor de R$ 143 bilhões de Ebitda, que é o lucro operacional excluindo-se os juros, impostos, depreciação e amortização. Trata-se de um crescimento de 11% na comparação com 2019. Esse desempenho, segundo a estatal, foi alcançado graças às iniciativas adotadas no início da pandemia que aumentaram eficiência tais como aumento das exportações, redução de gastos administrativos e ganhos pela exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS.

Com base no resultado de 2020, a Petrobras prevê a remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos no valor de R$ 10,3 bilhões. O montante equivale a R$0,78 por ação ordinária e preferencial em circulação. O pagamento está agendado para o dia 29 de abril de 2021.

 


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Futsal: Magnus vence Dois Vizinhos na estreia da Supercopa

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Na tarde desta quinta-feira (25), o Magnus Futsal-SP venceu o Dois Vizinhos-PR por 3 a 1 na estreia da Supercopa. A TV Brasil acompanhou ao vivo a partida que foi disputada na Arena Sorocaba, no interior de São Paulo, e teve dois gols do pivô Sinoê e do capitão Rodrigo.

O resultado refletiu a melhor apresentação dos donos da casa desde o início do jogo. A etapa inicial foi de muita pressão do Magnus, mas o primeiro gol só saiu quase com o cronômetro zerado, com o pivô Sinoê. Com cinco minutos de bola rolando na etapa final, o artilheiro fez mais um. Na sequência, Tuiu diminuiu o placar aproveitando uma falha do ala Leandro Lino, mas a chance de reação duro muito pouco. O capitão Rodrigo deu um belo chute de muito longe e fechou o placar: 3 a 1.

Sinoê (destaque) é o artilheiro da competição com os dois gols de hoje. Sinoê (destaque) é o artilheiro da competição com os dois gols de hoje.

Sinoê (destaque) é o artilheiro da competição com os dois gols de hoje. – Guilherme Mansueto/Magnus Futsal/Direitos Reservados

Nesta sexta-feira (26), o Magnus Futsal-SP volta à quadra para enfrentar o Minas Tênis Clube, às 15h. Se vencer, estará classificado para a decisão de domingo. No sábado (27), Dois Vizinhos e Minas fazem o último jogo da primeira fase. Os dois times com mais pontos disputarão a decisão no domingo às 11h. Todas as partidas terão transmissão ao vivo da TV Brasil.

A Supercopa de futsal é um triangular que envolve os campeões da temporada passada, o Minas (que ficou com o título da Taça Brasil), o Magnus (dono do troféu da Liga Nacional), e o Dois Vizinhos (dono da Copa do Brasil de 2020). O melhor time da Supercopa enfrenta o Corinthians, que foi campeão desse torneio em 2020, em busca de uma vaga na Libertadores. A decisão será em partida única, no ginásio do Parque São Jorge, em data que ainda não foi definida.


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BNDES: novo mercado de gás traz vantagens para o Brasil

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, reafirmou hoje (25) sua convicção de que o novo mercado de gás é essencial para o desenvolvimento do Brasil. Ao abrir o seminário virtual 2ª Semana Gás para o Desenvolvimento, Montezano ressaltou que, desde maio do ano passado, quando ocorreu a primeira semana sobre o tema, tem observado uma maior evolução e amadurecimento de análises internas do banco, bem como dos ambientes setorial e regulatório e da visão comum em relação às oportunidades que essa fonte energética traz para o país.

O BNDES está aprimorando produtos de financiamento de modo que esteja preparado para essa mudança que ocorrerá no setor de gás natural nacional, ao longo da próxima década, informou Montezano. Antecipou que os resultados do segundo relatório elaborado pela instituição foram satisfatórios, tanto do lado da demanda, como da oferta. No lado da demanda, assegurou que “a gente pode afirmar que tem uma oferta de gás farta e economicamente viável”. Do lado da oferta, o banco conversou com mais atores do setor e encontrou também demanda “palpável, concreta e iminente”.

Matriz mais limpa

Gustavo Montezano assegurou que a nova matriz energética do gás vai tornar a matriz energética brasileira mais limpa. “No contexto atual de Brasil, ela, sim, tornará a nossa matriz ainda mais limpa”. Além da ação financiadora com produtos de crédito, Montezano sugeriu que é fundamental, para destravar o mercado, a liquidez de oferta e demanda, enxergar a redução do custo de energia brasileira. Além de tornar a energia mais limpa, ela será também mais barata, disse. Para isso, destacou “é fundamental, no curto prazo, uma evolução da nossa agenda legislativa”.

Montezano colocou o BNDES à disposição de qualquer pessoa interessada para que o banco possa detalhar e dividir conhecimento tão importante para a sociedade brasileira. Deixou claro que o desenvolvimento não se faz somente com crédito, mas se dá também por conhecimento, por debate, por compartilhar informação, por desenvolver bons projetos. “Quanto mais a gente debater sobre recursos e projetos de qualidade, melhor retorno dos investimentos e melhor desenvolvimento para o Brasil”. O presidente do BNDES observou que o debate sobre o novo mercado de gás que, a seu ver, traz ganhos financeiros, ambientais e de competividade, não se esgota agora, mas deverá ser objeto de novo encontro, dentro de alguns meses.

Eixos

O secretário de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria do Ministério da Economia, Pedro Calhman de Miranda, avaliou que a construção desse novo mercado de gás é exemplo de promoção da concorrência e vai substituir um mercado verticalmente integrado por outro desverticalizado e aberto à entrada de outros atores. O primeiro eixo desse novo mercado é o projeto de lei da nova lei do gás, que se encontra em estágio avançado no Congresso Nacional. O segundo eixo é o termo de compromisso entre a Petrobras e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para abrir o mercado e incentivar a entrada de novos agentes. Já o terceiro eixo envolve a agenda de ajustes tributários em que o Ministério da Economia vem trabalhando junto com o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Miranda disse que, no momento, está sendo feito mapeamento de eventuais necessidades de ajustes legislativos na tributação.

“Já há sinais da confiança dos agentes nos regulamentos do novo mercado de gás”, externou o secretário. Acrescentou que já ocorre aumento de pedidos de carregamento e comercialização junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “Nós estamos avançando cada vez mais na construção de alicerces sólidos na legislação, na regulação e nas condições competitivas para o novo mercado de gás”. Para o fomento a esse novo mercado, destacou a importância do BNDES para viabilizar investimentos do setor privado.

Integração

O secretário executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia, Bruno Eustáquio Carvalho, salientou que, para o gestor, a consolidação de uma marca se materializa quando se percebe que o discurso é alinhado. Para ele, a concepção de um programa depende da integração entre políticas, da agenda regulatória conduzida pela ANP, do financiamento do BNDES buscando avaliação entre oferta e demanda, com regulamentação pelo Congresso Nacional. Com base nesses fatores, analisou que o novo mercado do gás torna-se irreversível, olhando para as boas práticas.

Bruno Carvalho vê uma “janela de oportunidades ai” para o país, que “não podemos desperdiçar”. Segundo o secretário, o BNDES levanta a bandeira de necessidades, buscando a perspectiva de quem está na ponta, que são produtores e consumidores, e entra na questão do aumento da concorrência. Desde 2019, o secretário afirmou que se começou a perceber a presença de novos atores, inclusive terminais privados, no setor do gás natural. Na parte de carregamento, por exemplo, o mercado saiu de três autorizações, nos últimos cinco anos, para 54; na comercialização, passou de sete para 51 autorizações; na importação, de 3,8 a quatro para 35. “Isso deixa muito claro a confiança que reflete esse relatório apresentado pelo BNDES”, manifestou Carvalho.

O secretário executivo adjunto do MME declarou que o relatório do BNDES confirma as expectativas da pasta de tornar a indústria de gás mais competitiva, com produtos mais baratos, facilitação para instalação de novas unidades, tornando a energia termelétrica para barata, com possibilidade de expansão do mercado de infraestrutura, repercutindo na redução do frete.

Destacou ainda que a renovação da matriz energética deve estar atrelada à tradição que garanta segurança energética para retomada da economia brasileira. Revelou que o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2030, publicado hoje, traz mensagens importantes para o mercado de gás, como a estimativa de elevação da demanda da ordem de 50%.


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Saúde diz que distribuiu vacina para 100% dos idosos em asilos

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O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (25) que concluiu o envio das doses de vacinas necessárias para a imunização contra covid-19 de 100% dos idosos de 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (asilo) e demais idosos acima de 90 anos. A última entrega ocorreu no início do mês de fevereiro para imunizar aproximadamente 895 mil idosos, segundo a pasta. A próxima etapa de vacinação será voltada para o grupo prioritário de idosos com idade entre 80 e 89 anos e trabalhadores de saúde.

De acordo com o Plano Nacional de Imunização (PNI), serão reservadas doses para vacinar 100% dos idosos com idade de 85 a 89 anos; 24% dos idosos de 80 a 84 anos; além de 8% dos trabalhadores da saúde ainda não atendidos. Ontem (24), o Ministério da Saúde iniciou a distribuição de mais 3,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para ampliar a vacinação no Brasil entre o fim de fevereiro e o início de março de 2021. Todos os estados e o Distrito Federal começam a receber 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, importadas da Índia, e 1,2 milhão de doses do imunizante do Instituto Butantan. As doses são enviadas pelo Ministério da Saúde aos estados, que são responsáveis pela distribuição aos municípios para que organizem a estratégia de aplicação das vacinas.

Indígenas

O Ministério da Saúde também disse já ter enviado doses para vacinar 100% dos indígenas acima de 18 anos que vivem em terras indígenas. A estimativa é vacinar cerca de 413 mil indígenas desse público nesta primeira etapa. 

“A priorização da população indígena justifica-se por critérios epidemiológicos, modo de vida coletivo e dificuldades geográficas para acesso aos serviços de saúde, sendo necessário que a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) percorra longas distâncias por vias fluvial, terrestre e aérea para atender a esta população. Os demais brasileiros, assim como os indígenas que vivem em contexto urbano ou rural em municípios, serão imunizados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, nas demais fases de vacinação do plano, podendo entrar nos demais grupos prioritários”, informou a pasta. 


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Qualquer desoneração será compensada, diz secretário do Tesouro

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Qualquer medida de desoneração de impostos precisa ser compensada com aumento de outros tributos ou com corte de gastos, disse hoje (25) o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal. Segundo ele, a compensação é necessária para não desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Apesar de reiterar o compromisso com a LRF, o secretário não detalhou quais medidas a equipe econômica estuda para compensar a isenção do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) que incide sobre o diesel e o gás de cozinha. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro anunciou, em transmissão ao vivo nas redes sociais, que as isenções entrariam em vigor na próxima segunda-feira (1º), para baratear o preço dos combustíveis.

A medida depende da publicação de decreto presidencial no Diário Oficial da União para passar a valer. Ao anunciar a medida, Bolsonaro havia informado que a redução a zero do PIS/Cofins valeria por dois meses, no caso do diesel, e seria permanente para o gás de cozinha.

Auxílio emergencial

Sobre a recriação do auxílio emergencial, Funchal disse acreditar que o Congresso aprovará as contrapartidas de cortes de gastos obrigatórios para estender o benefício. Essas medidas de ajuste fiscal constam da proposta de emenda à Constituição (PEC) emergencial, cuja votação no Senado ficou para a próxima semana.

“Sei que o Congresso vai fazer a coisa certa e consegue enxergar isso: que é fundamental andar com as duas coisas [auxílio emergencial e contrapartidas] concomitantemente”, disse Funchal em entrevista coletiva para explicar o superávit primário de R$ 43,1 bilhões em janeiro.

Na avaliação do secretário, a aprovação da PEC Emergencial impedirá o descontrole das contas públicas e dará um sinal de credibilidade para a economia brasileira. Ele disse que as contrapartidas de corte de gastos obrigatórios ajudarão a manter os juros baixos por mais tempo.

“Para andar com o auxílio, que tem um custo, essa contrapartida, que garante uma sustentabilidade no futuro, é o que vai permitir que as taxas de juros continuem baixas, que o Brasil tenha boa percepção de risco [no mercado financeiro]”, comentou Funchal.

O texto a ser votado no Senado institui uma cláusula de calamidade, que permite a criação de determinadas despesas fora do teto de gastos. A versão também institui gatilhos para a contenção de gastos, como proibição de reajustes ao funcionalismo e redução de repasses de receitas do PIS e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Pisos

O secretário do Tesouro reconheceu a dificuldade de aprovação do ponto da PEC que prevê a extinção dos pisos para gastos com saúde e educação. Embora defenda a proposta, Funchal disse que o debate será difícil e que a intenção do governo é avançar com o tema.

“Se você está em um estado ou em um município, sofre esse tipo de problema, tem uma amarra muito grande, mas é difícil dar cavalo de pau em transatlântico. Sair de 0 para 100 quilômetros por hora rapidinho é difícil. Mas se a gente conseguir avançar nessa direção, trouxer os governadores e prefeitos para o debate, acho que tem um grande ganho”, declarou.

Segundo o secretário, o governo federal atualmente gasta mais que o mínimo exigido pela Constituição para a saúde e a educação. Funchal, no entanto, avalia que as regras atuais criam dificuldades para governadores e prefeitos, principalmente em cidades com maior parcela de idosos obrigadas a gastar mais com saúde e sem tanta pressão para investir em educação.


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Estado de São Paulo tem alta de 8,4% em homicídios em janeiro

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O estado de São Paulo encerrou o primeiro mês do ano com elevação de 8,4% no número de homicídios dolosos. Foram contabilizados, em janeiro, 285 homicídios no estado, ante 263 computados no mesmo mês do ano passado. 

A quantidade de vítimas de homicídio também subiu, de 277 para 296, na mesma comparação, uma elevação de 6,9%. Os dados, divulgados hoje (25), são da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado. 

O número de estupros também aumentou, de 1.066 casos para 1.095, na mesma comparação, entre janeiro de 2020 e o primeiro mês de 2021, uma alta de 2,7%. 

Já o número de latrocínios, roubos seguidos de morte, passou de 18 para 16, na comparação de janeiro de 2020 e 2021 – dois a menos. A quantidade de ocorrências é a segunda menor da série histórica. O número de vítimas, que caiu também de 18 para 16, é o menor já registrado, ao lado de 2008.

Nos roubos em geral, a redução foi de 19,8%, passando de 23.997, em janeiro de 2020, para 19.240, no primeiro mês de 2021. O indicador de extorsão mediante sequestro permaneceu estável, sem nenhum registro.