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Covid-19: Brasil tem 430.417 mortes e 74.592 novos casos da doença

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O Brasil bateu a marca das 430 mil vidas perdidas para a pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas foram registradas 2.383 novas mortes. Com isso, o total de vítimas que não resistiram à covid-19 chegou a 430.417.

Ainda há 3.671 óbitos em investigação. Isso ocorre porque há casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

A quantidade de pessoas infectadas pelo vírus desde o início da pandemia alcançou 15.433.989. Entre ontem e hoje, foram confirmados por secretarias estaduais de saúde 74.592 novos diagnósticos positivos da doença. Até ontem, o sistema de informações do Ministério da Saúde marcava 15.359.397 pessoas contaminadas desde o início.

Ainda há no país 1.024.243 casos em acompanhamento. O termo é empregado para as pessoas infectadas e com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia alcançou 13.979.329. Isso equivale a 90,6% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (102.934). Em seguida vêm Rio de Janeiro (47.355), Minas Gerais (36.753), Rio Grande do Sul (26.442) e Paraná (24.185). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.564), Amapá (1.606), Acre (1.607), Tocantins (2.693) e Alagoas (4.446).

Vacinação

Até o momento, foram distribuídos a estados e municípios 82,8 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 49,6 milhões de doses, sendo 33,6 milhões da 1ª dose e 15,9 milhões da 2ª dose.


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CPI: representante da Pfizer detalha negociação de vacinas com Brasil

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O gerente-geral da Pfizer na América Latina e ex-presidente da empresa no Brasil, Carlos Murillo, disse nesta quinta-feira (13) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado que a farmacêutica norte-americana fez várias ofertas de venda de vacina contra covid-19 ao governo brasileiro. As primeiras negociações, explicou, foram iniciadas em março de 2020, mas o contrato com a farmacêutica foi concretizado um ano depois, em 21 de março de 2021.

Cronologia

Aos senadores, Murillo ressaltou que o Brasil é o mercado mais importante da companhia na região da América Latina e detalhou o cronograma de vacinas sugerido para 2020 e 2021 ao país. Segundo ele, a primeira oferta de vacinas ao Brasil foi feita em 14 de agosto. Pela proposta – que contemplava 30 milhões ou 70 milhões de doses do imunizante – seriam distribuídas 500 mil em 2020 e o restante entre os quatro trimestres deste ano.

Já na segunda oferta, de 18 de agosto, o número de doses ofertadas para 2020 aumentou, seria um total de 1,5 milhão e o restante em 2021. Em 26 de agosto, ficou negociado que seriam 3 milhões para o primeiro trimestre, 14 milhões no segundo, 26,5 milhões no terceiro trimestre e 25 milhões de vacinas no quarto. Após esse contato da Pfizer, Murillo disse que o governo “não aceitou, tampouco rejeitou” a oferta feita pela empresa. Segundo ele, como a Pfizer estava em processo de tratativas com o governo, a proposta tinha validade de 15 dias e não houve retorno por parte do governo brasileiro.

Carta

Segundo relato do executivo à CPI, em setembro de 2020, a Pfizer enviou uma carta ao governo, endereçada ao presidente Jair Bolsonaro, ao vice-presidente Hamilton Mourão, ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, ao então ministro da Casa Civil, Braga Netto, além do embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nestor Forster Jr.

No documento, a Pfizer pedia uma resposta rápida do Brasil, devido à alta procura pela vacina no mundo. No entanto, ela foi respondida dois meses depois, em novembro, conforme dito ontem (12) à CPI pelo  ex-secretário especial de Comunicação Social, Fabio Wajngarten. Carlos Murillo confirmou ainda que chegou a se reunir com o ex-secretário e outros representantes do governo, mas que as negociações eram feitas exclusivamente pelo Ministério da Saúde.

Já no final do ano passado, em novembro, as projeções de ofertas da vacina não levaram em conta entregas de doses em 2020. Na ocasião, foram oferecidas 2 milhões de doses de vacinas no primeiro trimestre, 6,5 milhões no segundo, 32 milhões no terceiro trimestre, além de 22,5 milhões de doses entre outubro e dezembro.

Negociação

Perguntado sobre as dificuldades na negociação dos imunizantes no Brasil, o gerente-geral da Pfizer na América Latina afirmou que o armazenamento das vacinas, que exige temperaturas muito baixas, era uma das principais questões a serem consideradas. No fim de outubro, em nova reunião, a Pfizer apresentou uma caixa que havia desenvolvido, em que armazenamento poderia ser feito com gelo seco. Diante da solução, o Ministério da Saúde, ponderou que, para avançar com um contrato, precisava do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para atender às condições do contrato.

O executivo lembrou ainda que a vacina obteve o registro permanente na Anvisa em 22 de fevereiro deste ano, e que o primeiro contrato fechado com o governo brasileiro foi celebrado em 8 de março de 2021 para 100 milhões de doses. “Nosso contrato prevê a entrega de 13,5 milhões de doses no segundo trimestre, mais 86 milhões no terceiro trimestre. Consideramos hoje que, no primeiro trimestre, seremos capazes de fornecer ao Brasil 15,5 milhões de doses”, afirmou.

Novo contrato

Murillo destacou ainda que nesta semana a empresa deve fechar o segundo contrato com o governo brasileiro, para mais 100 milhões de doses. Nesse caso, a entrega está prevista para o quarto trimestre deste ano.


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Brasil adere a projeto que liga América do Sul e Ásia por fibra óptica

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O governo brasileiro aderiu hoje (13) ao projeto chileno de instalar um cabo subaquático transoceânico que permita interligar o continente sul-americano à Ásia e à Oceania por meio de fibras ópticas.

Apelidado de Projeto Humboldt, a iniciativa está a cargo de uma empresa estatal chilena, Desarrollo País (ex-Fondo de Infraestructura), que encabeçará uma aliança entre países e empresas privadas de tecnologia e telecomunicações interessadas.

Segundo a estatal chilena, o cabo com sistema de fibras ópticas e 14.810 quilômetros de extensão interligará, fisicamente, Valparaíso à cidade de Sydney, na Austrália, passando por Auckland, na Nova Zelândia.

Segundo o embaixador chileno, Fernando Schmidt, a proposta é aproveitar a conexão com outros cabos de fibra óptica que já cruzam o território chileno para tornar seu país um hub digital para toda a América Latina, ou seja, uma porta de entrada para conectar toda a região à Ásia e à Oceania.

“[Com isso] O Chile se converte em um país-plataforma, vocação natural dada nossa ligação com o Oceano Pacífico. E que se conjuga com nosso espírito de integração regional”, disse Schmidt ao participar, esta manhã, de um seminário virtual que reuniu autoridades brasileiras e chilenas para discutir a iniciativa.

De acordo com a estatal Desarrollo País, o Humboldt gerará benefícios sociais e econômicos para toda a região, melhorando e acelerando a transmissão de dados entre a América Latina e a Ásia, continente de grande importância econômica.

Ainda conforme a empresa, a rota por onde passará o cabo subaquático foi definida com base em estudos de rentabilidade que levaram em conta as estimativas de aumento de tráfego de dados para os próximos 20 anos, sobretudo com a tecnologia 5G

Para o embaixador brasileiro no Chile, Paulo Roberto Soares Pacheco, a primeira rota digital subaquática transoceânica de fibras ópticas a ligar os continentes reduzirá o tempo de propagação de informações, tornando as comunicações digitais mais seguras.

Além do Brasil, Argentina, Austrália e Nova Zelândia já manifestaram interesse em participar do projeto. Atualmente, Argentina, Brasil e Chile respondem por 80% do tráfego de internet na América do Sul.

Em nota, o Itamaraty (foto) acrescentou que, ao aderir à iniciativa, o Brasil completará a conexão por fibra ótica com os países vizinhos, “consolidando a infraestrutura digital regional”. “Nos próximos meses, equipes técnicas dos países envolvidos aprofundarão as discussões sobre as modalidades financeiras e técnicas da participação do Brasil neste projeto de longo prazo. O volume total de investimentos do projeto foi orçado em cerca de US$ 400 milhões, e o prazo da concessão público-privada que deverá operá-lo foi estimado em 25 anos”, informou o Itamaraty.


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Novo lote de vacinas da Pfizer chega ao Brasil

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O avião carregado com doses da vacina da Pfizer/Biontech compradas pelo Brasil chegou ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior paulista, na noite desta quarta-feira (12). As vacinas serão levadas para Guarulhos, na Grande São Paulo, onde o Ministério da Saúde tem um centro de distribuição.

O lote é o terceiro de um contrato para 100 milhões de vacinas. O Ministério da Saúde informou que o carregamento de hoje contém cerca de 628 mil doses. Somando os três lotes já recebidos, o país recebeu mais de 2,2 milhões de doses do imunizante.

A logística de distribuição desses imunizantes está levando em conta a capacidade das localidades de armazenar as doses, que precisa ficar em temperaturas mais baixas do que as demais.

Segundo informações do Ministério da Saúde, no Centro de Distribuição em Guarulhos (SP), as doses são armazenadas a uma temperatura de -90°C a -60°C. Ao serem enviadas, as vacinas estarão expostas a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de 2ºC a 8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.


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Covid-19: Brasil registra 76.692 casos e 2.494 mortes

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O número de casos de pessoas infectadas com o novo coronavírus subiu para 15.359.397. Em 24 horas, as autoridades de saúde confirmaram 76.692 novos diagnósticos positivos da doença. 

Segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado hoje (12), 1.007.146 pessoas estão em acompanhamento. O termo é empregado para infectados com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

Já o total de mortes em função da covid-19 subiu para 428.034. Entre ontem e hoje, foram acrescidas às novas estatísticas 2.494 novos óbitos.

Ainda há 3.678 óbitos em investigação. Isso ocorre porque há casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada após a declaração do óbito.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia alcançou para 13.942.217. Isso equivale a 90,7% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (102.356). Em seguida vêm Rio de Janeiro (47.052), Minas Gerais (36.495), Rio Grande do Sul (26.318) e Paraná (24.074). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.559), Amapá e Acre (1.601), Tocantins (2.668) e Alagoas (4.429).

Vacinação

Até o momento, foram distribuídos a estados e municípios 82,8 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 48,7 milhões de doses, sendo 33 milhões da 1ª dose e 15,7 milhões da 2ª dose.


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Brasil inaugura primeira antena rural para a internet 5G

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O Brasil já tem instalada a sua primeira antena rural destinada à quinta geração de internet (5G). A tecnologia funcionará, ainda em caráter experimental, na fazenda- modelo do Instituto Matogrossense de Algodão (IMAmt), em Rondonópolis (MT). A expectativa é que, no futuro, quando esse tipo de conexão for disponibilizado em larga escala,  ajude o produtor brasileiro a reduzir custos e ganhar produtividade, com o auxílio de drones, chips e GPS [sistema de posicionamento global].

Ao conectar objetos do cotidiano – como eletrodomésticos, smartphones, roupas e automóveis – à internet (e entre si), essa tecnologia permitirá até mesmo a realização de procedimentos médicos delicados a distância, além de sistemas de direção automática de carros e as mais diversas tecnologias de automação e inteligência artificial, inclusive para a agricultura, a indústria e as cidades.

No caso da agricultura, ela possibilitará, entre outras coisas, a transmissão em tempo real de imagens em alta definição de plantações para acompanhamento a distância de uma equipe técnica. Máquinas como tratores poderão funcionar de forma mais autônoma. Além disso, informações precisas sobre o comportamento e a saúde de animais poderão ser obtidas de forma bem mais detalhada, bem como sobre as condições climáticas.

Redução de custos e de perdas

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a digitalização do agronegócio reforçará o papel do Brasil como “protagonista no cenário mundial de produção de alimentos a partir da redução de custos e diminuição de perdas na produção”, levando, inclusive, cidadania, conhecimento e oportunidades aos produtores rurais de áreas remotas.

Em nota, o Ministério da Agricultura explicou que o monitoramento remoto, a partir de sensores, permite a medição da temperatura e a avaliação das condições hídricas imediatas na plantação. “Em simulação, foi possível acionar a irrigação em determinada área mesmo a quilômetros de distância”, acrescentou.

Durante a inauguração da antena, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que o leilão das frequências de operação da nova geração de internet móvel trará “melhoria no social, ambiental e na produtividade do agro brasileiro”.

Também presente na inauguração, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que, assim como a quarta geração de internet (4G) revolucionou a vida das pessoas, o 5G vai revolucionar as indústrias. “Para o agronegócio, será um avanço gigantesco. O 5G vai fazer o nosso agro crescer 20% em média”, finalizou.

 


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Covid-19: Brasil registra 72,7 mil casos e 2,3 mil mortes em 24 horas

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Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 72.715 novos casos de covid-19 e 2.311 mortes em função da doença. Os novos números estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (11).

Com isso, o total de pessoas que não resistiram à covid-19 subiu para 425.540. Ontem, o sistema de informações sobre a pandemia, do Ministério da Saúde, trazia 423.229 vidas perdidas.

Ainda há 3.748 óbitos em investigação. Isso ocorre porque há casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Com a atualização de hoje, o número de casos acumulados subiu para 15.282.705. Ontem, o painel do Ministério da Saúde registrava 15.209.990 pessoas infectadas desde o 1º caso, em 26 de fevereiro do ano passado.

Ainda há no país 1.009.974 casos em acompanhamento. O termo é empregado para as pessoas infectadas e com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

O Brasil tem 13.847.191 pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia. Isso equivale a 90,6% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Os números são, em geral, mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (100.660). Em seguida vêm Rio de Janeiro (46.770), Minas Gerais (36.122), Rio Grande do Sul (26.176) e Paraná (23.993). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.549), Amapá (1.595), Acre (1.599), Tocantins (2.666) e Alagoas (4.413).

Vacinação

Até o momento, foram distribuídas a estados e municípios 76,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 47,7 milhões de doses, sendo 32,3 milhões da 1ª dose e 15,3 milhões da 2ª dose.

 

Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/11.05.2021 Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/11.05.2021

Divulgação/Ministério da Saúde


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Basquete 3×3: Brasil confia em vaga olímpica, apesar dos rivais

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A seleção brasileira de basquete 3×3 está reunida desde a última segunda-feira (10) na Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx), no Rio de Janeiro. A partir do próximo dia 26, a equipe nacional disputa o torneio pré-olímpico da modalidade, em Graz (Áustria), onde brigará por uma das três vagas disponíveis nos Jogos de Tóquio (Japão). Ao todo, 20 times participam da comeptição.

“A expectativa é a maior possível. Temos totais condições de conseguir a vaga. É um sonho para todos nós, mas um sonho palpável”, garante André Ferros, ala-pivô da seleção, à Agência Brasil.

A delegação segue no Rio de Janeiro até o dia 22, quando viaja para a Áustria. O Brasil tem Polônia, Mongólia, República Tcheca e Turquia como adversários no Grupo A. A chave é complicada. Os mongóis, que ocupam o nono lugar no ranking mundial da modalidade, organizado pela Federação Internacional de Basquete (Fiba), despontam como favoritos, seguidos pelos poloneses, que aparecem em 13º. Os brasileiros estão perto, duas posições atrás, em 15º, uma à frente dos tchecos. Os turcos marcam presença na 32ª colocação.

Treinos para o Pré-Olímpico de Graz, na Áustria. Atividade na Escola de Educação Física do Exército, EsEFEx em 13/04/2021  Treinos para o Pré-Olímpico de Graz, na Áustria. Atividade na Escola de Educação Física do Exército, EsEFEx em 13/04/2021

O ala pivô Jonatas Mello (com a bola) , veterano na seleção brasileira, está confiante no bom da equipe diante dos adversários do Grupo A – Diego Maranhão/Brand/CBB/Direitos Reservados

Os dois primeiros colocados de cada um dos quatro grupos avançam às quartas de final. Os dois finalistas do pré-olímpico, mais o ganhador do confronto pelo terceiro lugar, classificam-se para Tóquio. O anfitrião Japão e os três países mais bem posicionados no ranking da Fiba em novembro de 2019 – China, Rússia (que competirá sob a bandeira do comitê olímpico local, devido a uma punição por doping) e Sérvia – já estão garantidos.

“Na fase de grupos, [os jogadores de] Polônia e Mongólia jogam bastante o World Tour [evento da Fiba com etapas distribuídas pelo mundo onde as equipes participantes representam as respectivas cidades] e são os que considero [os rivais] mais fortes. Os tchecos têm jogado o World Tour recentemente também. Mas o Brasil pode superá-los”, afirma Jonatas Mello, também ala-pivô da seleção.

Jonatas, aliás, e um dos veteranos do grupo convocado pelo técnico Douglas Lorite. Em 2019, ele e o ala Jefferson Socas estiveram presentes na Copa do Mundo de basquete 3×3, realizada em Amsterdã (Países Baixos), e na estreia da modalidade nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru). Os outros dois integrantes da equipe titular são André e o ala-armador Fabrício Veríssimo. O ala William Weihermann (que também esteve no Mundial e no Pan) e o ala-pivô Leandro Lima – ou Leandro “Discreto”, primeiro jogador brasileiro a se profissionalizar no 3×3 – são os reservas imediatos e também viajam para a Áustria.

basquete 3x3 - seleção - Treinos para o Pré-Olímpico de Graz, na Áustria. Atividade na Escola de Educação Física do Exército, EsEFEx - em 13/04/2021  basquete 3x3 - seleção - Treinos para o Pré-Olímpico de Graz, na Áustria. Atividade na Escola de Educação Física do Exército, EsEFEx - em 13/04/2021

“Tenho certeza que podemos dar um salto grande em direção a uma estrutura mais profissional”, afirmou André (com a bola), títular da equipe, sobre a possibilidade de o basquete 3×3 nacional disputar Tóquio 2020- Diego Maranhão/Brand/CBB/Direitos Reservados

Além dos seis convocados, outros quatro jogadores (os alas-pivôs Gianluca Campaner e Luiz Felipe de Paulo, o pivô Matheus Parcial e o ala-armador Leonardo Branquinho) foram chamados para auxiliar a preparação na EsEFEx. O quarteto defende o São Paulo DC, atual campeão nacional da modalidade e time com mais representantes (dois) entre os titulares: André e Jonatas. Jefferson atual pelo catarinense Blumenau, enquanto Fabrício joga pelo fluminense Lendas 3×3.

“Para mim, como técnico e integrante do projeto, é incrível. Colocar atletas na seleção brasileira é um dos objetivos que a gente colocou lá atrás. Quando isso se concretiza, ainda mais para uma meta tão grande, como ir para uma Olimpíada, é um sonho virando realidade”, comemora Juninho Mariano, treinador do São Paulo DC, à Agência Brasil.

O basquete 3×3 é novo. A primeira competição internacional ocorreu nos Jogos Olímpicos da Juventude de 2010, em Cingapura. No Brasil, o esporte engatinha. Apenas o São Paulo DC tem uma estrutura profissional. O histórico em Copas do Mundo é pouco impactante, com quatro participações (2012, 2014, 2018 e 2019) em seis edições do evento masculino e uma só vitória (em 2014, sobre a Turquia) em 18 partidas. Mais do que brigar por medalhas, a esperança de quem vive o esporte é que a classificação para os Jogos na capital japonesa marque um novo cenário para a modalidade no país.

“A participação atrai público, patrocínio, mídia. Muitas coisas que agregam e alavancam [a modalidade]. É um esporte mais popular, em que você consegue incentivar uma participação maior, tem um custo menor [que o basquete convencional, de quadra]. Ainda não dá para comparar [o apelo] ao do basquete de quadra, mas [com o Brasil] indo à Olimpíada, tenho certeza que podemos dar um salto grande em direção a uma estrutura mais profissional”, destaca André.

“[A presença do Brasil no Pan de Lima] Já trouxe uma procura maior. Cresceu o olho de quem joga [basquete de] quadra, teve bastante procura pelo 3×3. Chegar à Olimpíada, que é nosso objetivo, aumenta a visibilidade dentro e fora do Brasil. Mostrará para os outros que também somos fortes. Vamos mudar o 3×3 no Brasil”, completa Jonatas.


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TV Brasil amplia sinal e atinge patamar recorde de audiência em SP

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A TV Brasil atingiu novo patamar de audiência em São Paulo. A primeira semana de maio, entre os dias 3 e 9, teve 14.095 domicílios sintonizados* por minuto na programação da emissora. Em relação ao mesmo período de 2020, o aumento de audiência foi de 137%. Considerada a média de todo o ano anterior, o número significa aumento de 118%. Na soma parcial de 2021, 7,2 milhões de telespectadores* assistiram à TV Brasil.

Segundo o gerente executivo de Programação da TV Brasil, Vancarlos de Oliveira Alves, a ampliação do sinal no estado e a veiculação de novos produtos, como a novela Os Dez Mandamentos foram estratégicos para atingir o novo patamar de audiência. “O lançamento de grandes produções da Nova Programação e o reforço de sinal na Grande São Paulo contribuíram para o desempenho histórico da praça, em uma linha claramente crescente de audiência. Cada dia que passa há mais pessoas conectadas na TV Brasil”, afirmou.

Para Alves, um esforço técnico de ampliação do sinal possibilitou o acesso a um público de cerca de 4,1 milhões de pessoas. “Em busca de apresentar um sinal com maior qualidade em São Paulo, as equipes técnicas envolvidas no projeto viabilizaram a retransmissão nas localidades Pico do Jaraguá, Mauá, Mogi da Cruzes e Itaquera, alcançando residências que até então não podiam acessar a TV Brasil”, explicou.

Confira os horários dos programas jornalísticos diários da TV Brasil:

07h30 Repórter Nacional

08h00 Brasil em Dia

12h00 Repórter DF / Repórter Rio / Repórter São Paulo

12h15 Repórter Brasil Tarde

19h00 Repórter Brasil

19h40 Stadium 

 

Ao vivo e on demand

 

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar 

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play. O aplicativo está disponível para as plataformas Android, iOS e no site http://play.ebc.com.br. O app pode ser baixado gratuitamente.

Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv

 

*Fonte: Kantar IBOPE Media | Instar Analytics | Praça: GSP | Variável: Rat% Domiciliar / Rat# Domiciliar / Cov# Individual | Período: 11/2012 a 05/2021.


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Covid-19: Brasil tem 423,2 mil mortes e 15,2 milhões de casos

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A quantidade de vítimas que perderam a vida para a covid-19 chegou a 423.229. Nas últimas 24 horas, foram registradas 889 novas mortes. Ontem, o sistema de dados do Ministério da Saúde registrou 422.350 vidas perdidas para a pandemia.

O estado de São Paulo ultrapassou as 100 mil mortes desde o início da pandemia. Conforme a última atualização, 100.854 paulistas perderam a vida para a covid-19. Em números absolutos, São Paulo seria o novo maior país no ranking mundial de óbitos, à frente da Alemanha (84.844), segundo dados do mapa global da Universidade Johns Hopkins.  

Boletim epidemiologico 10.05.2021 Boletim epidemiologico 10.05.2021

Boletim Epidemiológico 10.05.2021 – Ministério da Saúde

Ainda há 3.744 óbitos em investigação. Isso ocorre porque há casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Já o número de pessoas infectadas desde o início da pandemia subiu para 15.209.990. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 25.200 novos diagnósticos positivos. Ontem, o sistema de informações do Ministério da Saúde estava em 15.184.790.

Ainda há no país 1.027.363 casos em acompanhamento. O termo é empregado para as pessoas infectadas e com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

Ainda conforme a atualização, o Brasil tem 13.759.125 pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia. Isso equivale a 90,5% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (100.854). Em seguida vêm Rio de Janeiro (46.442), Minas Gerais (36.062), Rio Grande do Sul (25.990) e Paraná (23.925). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.546), Amapá (1.591), Acre (1.596), Tocantins (2.659) e Alagoas (4.397).