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SP: 103 agentes da CET foram vacinados contra covid-19 na capital

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A prefeitura de São Paulo informou que 103 agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) foram vacinados contra a covid-19 pelo envio equivocado de um e-mail, em que a Secretaria Municipal da Saúde autorizava a imunização. O comunicado de vacinação era, na verdade, para ser uma convocação para a imunização contra a gripe.

De acordo com o município, os agentes da CET, que receberam a primeira dose na última terça-feira (13), terão a segunda dose garantida para completar a imunização.

A Secretaria Municipal da Saúde informou, em nota, que “lamenta o transtorno e reitera que a vacinação para conter a pandemia continua na cidade, conforme as diretrizes dos programas nacional e estadual de imunização”.

Foram aplicadas 2.469.931 doses da vacina contra covid-19 no município de São Paulo, sendo 1.689.020 com a primeira dose e 780.911 com a segunda dose (até o dia 15 de abril).


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Agressões contra crianças aumentaram na pandemia, diz especialista

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O Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDCA) informou que publicará em seu site nota técnica sobre todos os procedimentos que devem ser adotados em casos de agressão contra menores de idade. O texto será submetido à assembleia plena do conselho para aprovação.

O presidente da instituição, Carlos André Moreira dos Santos, disse que o tema é pauta prioritária da instituição. “Além de ser um órgão deliberativo e fiscalizador, o conselho estadual é um órgão de controle social que vai acolher as denúncias e cobrar das autoridades competentes, para que sejam tomadas as devidas providências”, acrescentou.

Pessoas com suspeita de que uma criança está sendo vítima de maus-tratos podem denunciar o caso aos conselhos tutelares, às polícias Civil e Militar, ao Ministério Público e também pelo canal Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

O professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), Daniel Monnerat, especializado em psiquiatria infantil, explicou que, diferentemente de pacientes adultos, uma criança vítima de violência pode apresentar quadros de depressão e ansiedade. Além de perda de interesse em atividades antes prazerosas e humor deprimido, esses quadros podem ser caracterizados por aumento de irritabilidade, isolamento social, alterações de sono e no apetite.

Monnerat esclareceu que as crianças podem passar a comer mais ou menos, como uma atitude compensatória para suprir a ansiedade, por exemplo, de estarem sofrendo agressões verbais ou físicas. Esses são, segundo o especialista, os principais pontos que devem ser observados.

“A criança pode apresentar, indiretamente, esses sinais ou sintomas, mostrando que é preciso investigar e esclarecer se essas agressões podem estar acontecendo ou não”. Para o professor, quanto mais nova uma criança e mais cedo é vítima de agressão, mais dificuldade, muitas vezes ela tem de verbalizar o que esteja sofrendo. É preciso que pais e responsáveis tenham sensibilidade para entender os sinais e sintomas de uma possível agressão contra os menores.

Acompanhamento

De acordo com o médico, o tratamento psiquiátrico para uma criança vítima de maus-tratos tem de ser particularizado, caso a caso. “Porque não sabemos se essa criança que está sofrendo alguma agressão moral ou física já apresentava algum diagnóstico psiquiátrico prévio”.

Ele disse que, de qualquer maneira, o acompanhamento tende a ser multiprofissional. Ou seja, envolve acompanhamento psiquiátrico, “medicando ou não a criança, de acordo com os sintomas mais ou menos exuberantes que possam interferir de maneira mais incisiva na rotina de vida dela” e buscando apoio de psicólogos e pediatras. Acrescentou que sinais observados no exame físico ou na consulta podem servir para que se faça uma intervenção que permita interromper aquele processo de agressão ao qual o menor esteja sendo submetido.

O presidente do Departamento Científico de Segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Marco Gama, afirmou que as principais causas de morte em crianças acima de 1 ano até os 19 anos de idade no país são violência e acidentes. “Não são as doenças infectocontagiosas”. Advertiu que, em geral, as pessoas não têm essa visão. O pediatra avaliou, por outro lado, que as mortes por violência e acidentes são evitáveis, mas faltam ações para que esses números sejam reduzidos.

No período de 2010 a agosto de 2020, 103,149 mil crianças e adolescentes de até 19 anos de idade morreram vítimas de agressões no Brasil. Os óbitos por agressões e suas causas podem ser conferidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, obedecendo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10).

Até 4 anos

Os números analisados pela SBP mostram que, entre 2010 e agosto do ano passado, 2,083 mil crianças mortas por maus-tratos estavam na faixa etária de zero a 4 anos de idade. Essa era a idade do menino Henry Borel, vítima de suposta violência em casa que o levou à morte, no último dia 8 de março.

Embora os números relativos a 2020 ainda sejam preliminares, a análise da década revela que as agressões por meio de disparo de outra arma ou de arma não especificada lideram os óbitos entre crianças e jovens, totalizando 76,528 mil casos. Na faixa até 4 anos, esse tipo de agressão causou 386 mortes nos últimos dez anos. Em seguida, aparecem as agressões por meio de objeto cortante ou penetrante, com 10,066 mil mortes entre crianças e adolescentes de até 19 anos. 

De acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, as agressões por meios não especificados foram as causas de 451 mortes de crianças até 4 anos no período investigado, seguidas por agressões por meio de objeto contundente (254), por outras síndromes de maus-tratos (190) e por agressões por meio de objeto cortante ou penetrante (164).

Violência é doença

Marco Gama esclareceu que embora a mortalidade seja alta, o número de vítimas de agressão é muito superior. Em 2018, por exemplo, foram 140 mil crianças e adolescentes agredidos. “Isso é subnotificado”, disse. O total de crianças de zero a 4 anos de idade foi de 32 mil, “também subnotificado”, nesse ano. “É um número crescente, a cada ano que passa, de crianças sendo mais agredidas”.

Segundo o pediatra, um conceito que a sociedade precisa entender é que violência para a criança é uma doença crônica, “porque ela tem uma história, tem exame clínico, laboratorial e de imagem, tem tratamento e encaminhamento”. O médico lembrou que o problema dessa doença, principalmente em sua parte crônica, é que ela vai se perpetuando em muitas famílias. O filho de um pai violento, se não morre em decorrência das agressões, acaba se tornando também violento. “Nessa família, a violência é uma coisa crônica, que vai se perpetuando enquanto não for interrompida”.

Muitas vezes, a criança é tirada dos pais e devolvida aos avós, que são os agressores iniciais do processo e aí começa tudo de novo, observou Gama. Ele assegurou que ninguém nasce violento. A criança vai, ao longo do sofrimento de vários tipos, se tornar um adulto violento e até um homicida. “Como pode não se tornar, como essa criança que faleceu”, disse o pediatra, referindo-se ao menino Henry Borel cuja mãe, Monique Medeiros, e o namorado dela, vereador Dr. Jairinho, foram presos, investigados pela morte da criança.

Marco Gama afirmou que não só o número de óbitos por maus-tratos é grande, mas também o de sequelados, envolvendo sequelas físicas, de retardo do desenvolvimento físico, psíquico, cognitivo. “Tem criança que não consegue ter bom nível de aprendizado devido à violência que sofreu. É um processo gigantesco que acontece todos os dias”.

Para ele, o caso do menino Henry Borel ganhou visibilidade pelo fato de ser de família de classe média. O pediatra lembrou, entretanto, que a violência acontece em todas as classes sociais, todas as etnias, todas as religiões, e os pais são de todos os níveis de escolaridade. “Todos são violentos”.

Pandemia

Na análise do presidente do Departamento Científico de Segurança da SBP, embora não haja ainda estatísticas oficiais, “seguramente” o número de violência contra crianças e jovens cresceu durante a pandemia de covid-19. Marco Gama observou que a criança poderia pedir socorro a um vizinho, à professora ou a um colega na escola, a um padrinho com quem tenha proximidade afetiva. Mas, com o isolamento social imposto pela pandemia, a criança que sofre maus-tratos está limitada ou presa no ambiente domiciliar.

As estatísticas mostram que, em 2018, 83% dos agressores foram o pai ou a mãe e que mais de 60% das agressões foram cometidas dentro das residências. “A pandemia propiciou o conjunto ideal para o agressor”. O mesmo ocorreu em relação às mulheres, com a expansão de feminicídios, destacou. “As agressões aumentaram durante a pandemia e as chances de defesa das crianças diminuíram”.

Gama defendeu a criação de uma rede técnico-científica para combater os maus-tratos contra as crianças e adolescentes, “porque violência, como doença, é caso médico, mas como agressão, é caso de polícia”. É preciso, segundo o pediatra, tratá-la nas duas instâncias, interromper esse processo e cuidar precocemente das vítimas.

Para Marco Gama, a rede de proteção aos menores tem de ser mais efetiva, mais ágil e conhecer melhor a violência. Essa rede envolveria a SBP, a Justiça, a Polícia Civil, o Ministério Público. A SBP tem um projeto nesse sentido, que começou a ser elaborado. Gama citou o caso da organização não governamental (ONG) Dedica, da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas de Curitiba, que há 13 anos atende crianças e adolescentes que vivem em situação de violência.

A presidente da SBP, Luciana Rodrigues Silva, observou que “o Brasil precisa estar preparado para, por meio da efetiva implementação das políticas de prevenção à violência na infância e na adolescência, garantir ações articuladas entre educação, saúde, segurança e assistência social”.

Luciana comentou que o tratamento humilhante, os castigos físicos e qualquer conduta que ameace ou ridicularize a criança ou o adolescente, quando não letais, podem ser extremamente danosos à formação da personalidade e como indivíduos para a sociedade, bem como interferem negativamente na construção da sua potencialidade de lutar pela vida e no equilíbrio psicossocial. “Nascer e crescer em um ambiente sem violência é imprescindível para que a criança tenha a garantia de uma vida saudável, tanto física quanto emocional”.


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Tênis: Brasil decide futuro na Billie Jean King Cup contra Polônia

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A seleção brasileira feminina de tênis enfrenta a Polônia pela repescagem do Grupo Mundial da Billie Jean King Cup, equivalente à Copa do Mundo da modalidade entre as mulheres. A melhor de cinco partidas (quatro de simples e uma de duplas, caso necessário) ocorre entre sexta-feira (16) e sábado (17), na cidade polonesa de Bytom. A página da Confederação Brasileira de Tênis (CBT) no Facebook transmitirá os duelos ao vivo.

O confronto será aberto às 9h (horário de Brasília) desta sexta, com o jogo entre Carol Meligeni, número quatro do Brasil em simples e 342ª no ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), e Magdalena Frech (157ª). Em seguida, Laura Pigossi (326ª) mede forças com Urszula Radwasnka (227ª).

No sábado, a partir das 7h, os duelos se invertem: Laura enfrenta Frech e Carol enfrenta Radwasnka. Se o confronto estiver empatado com duas vitórias para cada lado, a decisão sairá nas duplas. O Brasil será representado por Luisa Stefani, número 25 do mundo nas duplas, e Gabriela Cé, 251ª do ranking da WTA tanto em simples (é a brasileira mais bem colocada) como em duplas. O time polonês terá Paula Kania (129ª) e Weronika Falkowska (436ª).

“As condições aqui na Polônia são bem diferentes das que a gente está acostumada. O piso é emborrachado por cima de uma quadra poliesportiva. Tem uma camada de borracha por baixo, e mais a pintura da quadra, então o quique da bola é um pouco estranho. Tem pontos em que a bola não quica muito. Mas para nós, particularmente por ser uma quadra dura e coberta, não é uma condição muito rápida, o que favorece um pouco o nosso jogo”, comentou Gabriela à CBT.

“Nossa química e união estão muito legais essa semana. Todas animadas e confiantes, curtindo os momentos, tanto dentro quanto fora da quadra nas horas vagas. Essa é a energia que precisamos. Pode ser que eu jogue a partida mais importante, decisiva. Estarei muito preparada caso necessite e é uma das coisas mais legais que eu sinto no esporte, jogar por equipe e poder ter esse feeling”, destacou Luisa em depoimento à imprensa.

O Brasil chega ao confronto com praticamente força máxima. A principal ausência é Beatriz Haddad Maia, número dois do país e 294ª do mundo em simples, que mira a retomada do ritmo de jogo após uma cirurgia na mão e tem priorizado competições da Federação Internacional de Tênis (ITF, na sigla em inglês).

As polonesas, porém, têm o desfalque de suas jogadoras mais bem colocadas no ranking mundial. Iga Swiatek, 16ª do mundo e campeã de Roland Garros em 2020, preferiu focar em torneios do circuito mundial. Número dois do país e 55ª da WTA em simples, Magda Linette decidiu se preservar fisicamente, já que passou, recentemente, por uma cirurgia no joelho.

Será o segundo confronto do Brasil na atual edição da Bille Jean King Cup. Na primeira fase, em fevereiro do ano passado, as brasileiras foram superadas pela Alemanha após quatro jogos e quatro derrotas. A Polônia, por sua vez, credenciou-se à repescagem ao superar a Suécia, pelo Grupo 1 do classificatório europeu.


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PF faz operação contra fraudes em licitações no Vale do Paraíba

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (15) a Operação Quid Pro Quo contra um grupo suspeito de fraudar licitações na região do Vale do Paraíba, em São Paulo. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e foram concedidas, segundo a polícia, nove medidas cautelares de suspensão de exercício de função pública, duas de suspensão de atividades econômicas e uma de recolhimento domiciliar.

Ainda de acordo com a PF, foi concedido o bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens dos investigados. A operação abrange os municípios de Aparecida, Guaratinguetá, Taubaté e a capital paulista.

A investigação é o desdobramento de uma operação lançada em maio do ano passado para apurar suspeitas de superfaturamento na compra de medicamentos pela prefeitura de Piquete (SP). Segundo a PF, os materiais apreendidos na ocasião revelaram um esquema para fraudar licitações e compras com dispensa de concorrência pelo Executivo municipal.

As investigações apontam que eram feitos acordos com servidores públicos para determinar com antecipação os vencedores das licitações. Os produtos fornecidos eram vendidos por preços superfaturados ou entregues em quantidades inferiores às estipuladas nos contratos.


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Ministério já distribuiu mais de 50 milhões de vacinas contra covid-19

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O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 50 milhões de doses de vacina contra a covid-19 em todo o país desde o início da campanha. “Até o momento, mais de 31,9 milhões de doses foram aplicadas em todo o país”, informou hoje (15), em nota, a pasta.

A marca foi atingida nesta semana, com o envio de mais 6,3 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal, o que resultou em um total de 53,9 milhões de doses desde o início da campanha de vacinação.

Segundo o ministério, a remessa abrange 3,8 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); e 2,5 milhões de doses da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan – ambas produzidas no Brasil a partir de matéria-prima importada. O envio será feito “de forma proporcional e igualitária” entre as unidades federativas, a partir de amanhã (16).

“Nessa leva, parte das vacinas será destinada para a primeira dose de idosos entre 60 e 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança e salvamento e Forças Armadas”, informou o ministério. Outra parcela dos imunizantes vacinará, pela segunda vez, trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 69 anos, além de 100 mil moradores do Amazonas.


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MPF entra com ação contra ex-ministro da Saúde e secretário de Saúde

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O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas informou hoje (14) que entrou com ação de improbidade administrativa contra o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, o secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, além de outros ex-secretários do ministério, pela suposta omissão na gestão do combate à pandemia de covid-19. 

De acordo com o MPF, entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, os acusados não teriam tomado medidas eficazes durante a crise no fornecimento de oxigênio medicinal para o Amazonas, além da suposta demora na adoção de decisões para transferir pacientes que aguardavam leitos para outros estados, entre outras supostas irregularidades. 

“Entretanto, o que se viu foi uma série de ações e omissões ilícitas que, somadas, violaram esses deveres e contribuíram para o descontrole da gestão da pandemia no Amazonas, com o colapso do fornecimento de oxigênio e decorrente óbito por asfixia de pacientes internados”, diz o MPF. 

Em nota, a secretaria de Saúde do Amazonas disse que o secretário prestou esclarecimentos ao MPF e continua à disposição para responder sobre as ações tomadas durante a crise de falta de oxigênio. A pasta também reiterou que todos os atos foram feitos dentro da legalidade. 

A defesa do ex-ministro Pazuello não foi localizada. 

Íntegra da nota da secretaria de Saúde do Amazonas

“O secretário de Estado de Saúde, Marcellus Campêlo, informa que prestou esclarecimento em audiência ao Ministério Público Federal (MPF) e continua à disposição para responder sobre as ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19, durante a crise do oxigênio, gerada pelo recrudescimento do novo coronavírus e pelo aumento exponencial de casos no início de 2021.

Em setembro de 2020, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) lançou um Plano de Contingência para o enfrentamento ao recrudescimento da pandemia, que considerava o pior cenário vivido na primeira alça epidêmica, entre abril e maio do mesmo ano, com o objetivo de preparar a rede de saúde para atender à demanda de pacientes. Porém, a entrada em circulação da variante P.1 do novo coronavírus, mais transmissível, quase triplicou a demanda.

O secretário reitera que todos os seus atos foram dentro da legalidade e que a secretaria tem feito tudo o que está ao alcance para o enfrentamento de uma crise de saúde sem precedente, que não é uma particularidade do Estado do Amazonas.

O coordenador do Comitê de Enfrentamento da Covid-19, coronel Francisco Máximo, afirma que também está à disposição para prestar esclarecimentos. Ele ressalta que o Comitê, colegiado formado por secretários de Estado e titulares de diversos órgãos de Governo, tem empreendido todos os esforços para dar suporte à SES-AM para o desenvolvimento de ações de enfrentamento à pandemia, principalmente em seus períodos mais críticos”. 


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Fiocruz entrega 2,2 milhões de doses de vacinas contra covid-19

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou hoje (14) 2,2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). A fundação espera disponibilizar, nesta semana, um total de 5 milhões de doses, com a liberação de mais 2,8 milhões na sexta-feira (16).

A entrega semanal de 5 milhões de doses é a maior desde que a Fiocruz começou a produzir a vacina no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), em fevereiro. As primeiras doses foram entregues em 17 de março e, até 2 de abril, 4,1 milhões de doses foram liberadas para aplicação. 

O total de doses entregues desde o início da produção chegou a 5,8 milhões na semana passada, e, com os números desta semana, a Fiocruz vai superar 10 milhões de doses produzidas e disponibilizadas por Bio-Manguinhos. Mais 4 milhões de doses da vacina foram importadas prontas da Índia e passaram pelo instituto tecnológico apenas para rotulagem em português. 

Das 2,2 milhões de doses liberadas hoje, 215 mil ficarão no estado do Rio de Janeiro, onde ficam a sede da fundação e a fábrica de vacinas de Bio-Manguinhos. As demais serão distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados e ao Distrito Federal.

No mês de abril, o cronograma da Fiocruz prevê a entrega de 18 milhões de doses de vacinas. Na semana que vem, serão mais 4,7 milhões, e, entre 26 de abril e 1 de maio, 6,7 milhões de doses chegarão ao PNI, superando a marca de 5 milhões alcançada nesta semana.

A previsão é que as entregas cresçam em volume nos próximos meses e cheguem a 21,5 milhões, em maio; 34,2 milhões, em junho; e 22 milhões, em julho. Desse modo, a fundação cumprirá a meta de produzir 100,4 milhões de doses a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado, conforme acordo de encomenda tecnológica firmado com a farmacêutica AstraZeneca. No segundo semestre, a Fiocruz prevê produzir 110 milhões de doses com IFA fabricado no Brasil.


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Governo abrirá 600 vagas de capacitação contra covid-19, diz Queiroga

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (14) que o governo vai oferecer 600 vagas em residência médica e multiprofissional para formar médicos intensivistas, enfermeiros e fisioterapeutas. A atuação dos profissionais será no enfrentamento à pandemia de covid-19.

O anúncio foi feito após a segunda reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que também participou da reunião, é importante a presença de profissionais especializados, principalmente nas unidades de terapia intensiva. “A habilitação de profissionais que possam fazer o enfrentamento da pandemia é fundamental. Precisamos de material humano, de pessoas bem formadas para esse atendimento”, disse.

Kit intubação

Durante a reunião, Queiroga também apresentou as ações do governo para aumentar a oferta de insumos estratégicos para a área de saúde, como os kits de intubação. De acordo com ele, nos próximos 10 dias, os estoques reguladores devem estar fortalecidos, fruto de uma iniciativa de compra direta com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS) nas Américas.

O governo brasileiro também fará um pregão internacional para adquirir os fármacos do kit, que incluem sedativos e bloqueadores neuromusculares. “Não há nada mais traumático e trágico que ter um paciente no leito de UTI e não ter kit de intubação para mantê-lo intubado”, disse o senador Pacheco, destacando que o governo precisa manter atenção sobre esses estoques.

Além disso, o Ministério da Saúde está articulando, com o Canadá, a importação de 18 caminhões para o transporte de oxigênio aos estados e municípios. O objetivo, segundo Queiroga, é chegar a 50 caminhões.

Campanhas de conscientização

Rodrigo Pacheco destacou a importância das campanhas publicitárias do governo para conscientização da população sobre a vacinação. Elas agora serão reforçadas para destacar todos os métodos preventivos de pandemia: o uso de máscaras, a higienização das mãos, o isolamento e distanciamento social, além da vacinação. “Aqueles que já têm condição pelo PNI [Programa Nacional de Imunizações] que se vacinem, porque esse é um ato de preservação humana muito importante para o indivíduo e para a coletividade”, disse o senador.

Ontem (13), o Ministério da Saúde divulgou a lista dos estados com pessoas que estão em atraso para tomar a segunda dose de vacinas contra a covid-19. Cerca de 1,5 milhão de brasileiros estão nessa situação e precisam ir aos postos de vacinação.

Pacheco elogiou a atuação e o “espírito de aceitação democrático” do ministro Queiroga, que, segundo ele, tem assimilado e levado adiante as sugestões apresentadas no comitê.

O órgão foi criado em março como uma instância de coordenação nacional de enfrentamento à pandemia e tem a participação dos presidentes da República, da Câmara e do Senado e representantes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e CNJ, esses últimos na condição de observadores. A coordenação técnica é do Ministério da Saúde.

Órfãos da covid-19

Por fim, o deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), que estava presente na reunião do comitê, falou sobre o que ele chamou de “órfãos da covid-19”, que são as crianças e adolescente que perderam seus cuidadores para a doença. Segundo ele, o Brasil tem cerca de 50 mil jovens nessa condição, após a morte de seus pais e avós que sustentavam as famílias.

Para o parlamentar, o governo precisa criar um programa efetivo de amparo a esse público. “Precisamos de um planejamento porque em 20 anos ainda sofreremos sequelas da covid-19, sejam elas psicológicas, sejam econômicas. É fundamental olhar para essas crianças e adolescentes”, disse o deputado.


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Polícia faz operação contra lavagem de dinheiro do tráfico no Rio

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Policiais civis cumprem hoje (14) nove mandados de busca e apreensão contra suspeitos de lavagem de dinheiro de uma das principais facções envolvidas com tráfico de drogas no Rio de Janeiro. A operação Rainha de Copas também está fazendo o bloqueio de contas bancárias com valores que totalizam R$ 7,3 milhões.

O grupo atua principalmente na comunidade de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

Mandados estão sendo cumpridos em vários bairros da cidade do Rio, além de Mangaratiba no sul fluminense, e nas cidades catarinenses de Florianópolis e Balneário Camboriú.

Segundo a Polícia Civil, os alvos da investigação “ostentam em redes sociais uma vida luxuosa, residindo em mansões em condomínios de alto padrão, publicando fotos com lanchas, jet ski, moto Harley Davidson, carro conversível e viagens internacionais, bem como abrindo empresas de fachada”.


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TST se prepara para a campanha de vacinação contra a gripe deste ano

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Tribunal já adquiriu 2,3 mil doses do imunizante

13/04/2021 – O Tribunal Superior do Trabalho (TST) já comprou as doses da vacina contra a gripe e está se organizando para dar início à imunização de ministros e servidores. Segundo a Secretaria de Saúde (Sesaud), a expectativa é que a campanha de vacinação de 2021 ocorra na segunda quinzena de maio e seja realizada na modalidade drive-thru.

O Tribunal adquiriu 2.300 doses fabricadas pelo Laboratório Sanofi Pasteur Inc (USA). O imunizante foi fabricado utilizando duas cepas de Influenza A (H1N1 e H3N2) e outras duas de Influenza B (Victoria e Yamagata).

Ainda de acordo com a Sesaud, assim que as doses chegarem ao TST, o cronograma oficial de vacinação será divulgado por meio dos canais de comunicação interna do Tribunal.

Covid-19

Para não ter reações adversas no organismo, o Ministério da Saúde recomenda que quem tiver recebido a vacina contra a covid-19 espere pelo menos 14 dias para se imunizar contra a gripe.

Cuidados

Os cuidados para evitar a gripe são os mesmos para evitar a transmissão da covid-19. As recomendações são: lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou higienizar com álcool 70% em gel; evitar cumprimentar outras pessoas com aperto de mão, abraço ou beijo; evitar compartilhar copos, pratos, talheres e objetos pessoais; evitar tocar a boca, nariz e olhos; e usar máscara facial cobrindo boca e nariz inteiramente.

(Juliane Sacerdote/RT)