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Marcelo Melo viaja para último torneio ao lado de Jean-Julien Rojer

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O brasileiro Marcelo Melo viaja nesta quinta-feira (29) para Madri (Espanha), onde disputa o Masters 1000 local a partir da próxima segunda-feira (2). O torneio em quadra de saibro será o último do mineiro, número 17 do ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), ao lado de Jean-Julien Rojer (27º), dos Países Baixos. O fim da parceria iniciada há apenas dois meses foi anunciado na sexta-feira passada (23).

Nesta quarta-feira (28), Melo competiu no ATP 250 de Munique (Alemanha) junto do anfitrião Mischa Zverev (222º), irmão de Alexander Zverev, sexto colocado do ranking mundial em simples. Eles perderam por 2 sets a 0 para o neerlandês Wesley Koolhof (13º) e o alemão Kevin Krawietz (18º), com duplo 6/3, em 1h3min. Os rivais são os cabeças de chave número um e principais favoritos ao título.

“Eles sacaram muito bem, não tivemos chance de break, e aproveitaram as oportunidades”, resumiu o mineiro em comunicado à imprensa.

Foi a sétima derrota consecutiva de Melo na temporada. As outras foram atuando com Rojer. A parceria entre o brasileiro e o neerlandês esteve em oito competições, com sete tropeços e uma só vitória, no ATP 250 de Doha (Catar).

Após o torneio em Madri, o Girafa (como o brasileiro é conhecido) deve anunciar o novo parceiro oficial. Em seguida, ele disputará o Masters 1000 de Roma (Itália), entre 9 e 16 de maio, com o croata Marin Cilic, 44º do mundo em simples e 305º em duplas.

Derrota em Portugal

Quem também perdeu nesta quarta foi Marcelo Demoliner. A dupla do gaúcho, 46º do mundo, com o mexicano Santiago Gonzalez (53º) foi superada nas quartas de final do ATP de Estoril (Portugal) pelo alemão Tim Puetz (58º) e o monegasco Hugo Nys (69º) por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/3) e 6/1, após 1h19min de jogo. Na terça-feira (27), eles estrearam vencendo os favoritos Marcelo Arevalo (51º), de El Salvador, e Matwe Middelkoop (43º), dos Países Baixos, por 2 a 0.


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Marcelo Demoliner avança em Estoril e Thiago Monteiro cai em Munique

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O brasileiro Marcelo Demoliner está nas quartas de final do ATP 250 de Estoril (Portugal). Nesta terça-feira (27), a parceria entre o gaúcho, 46º do ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), e o mexicano Santiago Gonzalez (53º) superou os favoritos Marcelo Arevalo (51º), de El Salvador, e Matwe Middelkoop (43º), dos Países Baixos, por 2 sets a 1, com parciais de 6/2, 3/6 e 10/5 no match tie-break, após uma hora e 13 minutos de jogo.

Na próxima fase, Demoliner e Gonzalez encaram o alemão Tim Puetz (58º) e monegasco Hugo Nys (69º) por volta das 9h20 (horário de Brasília) desta quarta-feira (28). Pelas oitavas, os rivais eliminaram os britânicos Lloyd Glasspool (104º) e Jamie Murray (22º) por 2 sets a 0, com duplo 6/3. Murray é o parceiro oficial do brasileiro Bruno Soares, sexto do ranking mundial de duplas. O mineiro se recupera de dores nas costas, preservando-se das competições de abril, com retorno ao circuito previsto para maio.

Também nesta terça, Thiago Monteiro não teve a mesma sorte e foi derrotado na estreia do ATP 250 de Munique (Alemanha). O brasileiro, 78º do mundo em simples, foi batido pelo georgiano Nikoloz Basilashvili (35º) por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3, depois de uma hora e 19 minutos de partida. Foi a quarta vez seguida que o cearense, número um do país entre os homens, caiu na primeira rodada de uma competição do circuito.

Nesta quarta, será a vez de Marcelo Melo ir à quadra em Munique. O mineiro, que ocupa o 17º lugar do ranking de duplas, atuará ao lado do alemão Mischa Zverev (222º), irmão mais velho de Alexander Zverev, sexto no ranking de simples da ATP. Será a primeira competição do brasileiro desde que anunciou o fim da parceria com Jean-Julien Rojer (27º), dos Países Baixos. Às 6h, Melo e Zverev enfrentam o neerlandês Wesley Koolhof (13º) e o alemão Kevin Krawietz (18º), principais favoritos.


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Marcelo Melo e Jean-Julien Rojer encerram parceria após dois meses

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A parceria entre Marcelo Melo e Jean-Julien Rojer chegou ao fim. Por meio da assessoria de imprensa, o tenista brasileiro informou que a dupla disputará uma última competição junta, o Masters 1000 de Madri (Espanha), entre 2 e 9 de maio, e seguirá caminhos opostos após dois meses.

Os resultados não foram os esperados pela dupla, que passou a jogar junta em março. Melo e Rojer atuaram em sete competições, mas foram além da primeira rodada uma vez, no ATP 250 de Doha (Catar). A sétima derrota em oito partidas ocorreu na última terça-feira (19), na estreia do ATP 500 de Barcelona (Espanha).

“Conversamos em Barcelona e chegamos a um acordo de que seria melhor para cada um buscar um caminho novo. Tentamos de todas as formas fazer a dupla funcionar. Troquei de lado, o Jean-Julien trocou de lado. Jogamos no saibro, na quadra dura, na coberta. Buscamos de várias maneiras possíveis. Infelizmente, a nossa parceria não casou”, explicou Melo, número 18 do ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), em nota à imprensa.

“Por isso, a dupla também é muito difícil nesse aspecto. Tem de achar um parceiro ideal. Por mais que tenhamos semelhança em muita coisa, não deu. Então, seguimos adiante e vou pensar nessas próximas semanas nas opções, em quem seria esse parceiro ideal”, completou o mineiro, de 37 anos.

Antes do último torneio ao lado de Rojer (27º), o brasileiro disputa o ATP 250 de Munique (Alemanha) a partir de segunda-feira (26) ao lado do alemão Mischa Zverev (221º), irmão mais velho de Alexander Zverev, sexto no ranking de simples da ATP. Já a primeira competição após o fim oficial da parceria com o neerlandês será o Masters 1000 de Roma (Itália), entre 9 e 16 de maio, com o croata Marin Cilic, 44º do mundo em simples e 305º em duplas.

Melo e Rojer anunciaram a dupla no fim do ano passado, após o brasileiro encerrar a parceria de quatro anos com o polonês Lukasz Kubot (17º). Como o tenista neerlandês seria pai em fevereiro, o mineiro iniciou a temporada jogando com o romeno Horia Tecau (24º), com quem competiu em torneios na Oceania, entre eles, o Aberto da Austrália, primeiro Grand Slam de 2021.


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Ao vivo: Marcelo Queiroga fala sobre reforço no combate à pandemia

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O novo ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, reuniu a imprensa para divulgar as novas ações e estratégias do governo federal no combate à covid-19. O ministro também deverá falar sobre a reformulação do sistema público de saúde e sobre a intensificação da campanha de imunização, além da produção nacional de vacinas contra o novo coronavírus.

Acompanhe ao vivo

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*Conteúdo em atualização durante a transmissão do evento.


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Marcelo Queiroga é nomeado ministro da Saúde

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O médico cardiologista Marcelo Queiroga tomou posse hoje (23) no cargo de ministro da Saúde, em solenidade privada no Palácio do Planalto. O decreto de nomeação foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado em edição extra do Diário Oficial da União.

Na mesma publicação, também consta a exoneração de Eduardo Pazuello do cargo. O anúncio de substituição do comando da pasta foi feito na semana passada por Bolsonaro. No dia seguinte, Queiroga concedeu entrevista e destacou a importância da população se engajar nas medidas de prevenção à covid-19, incluindo o uso de máscaras e distanciamento social.

Marcelo Queiroga é natural de João Pessoa e se formou em medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele fez especialização em cardiologia no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Ele atua na área de hemodinâmica e cardiologia intervencionista. Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que o novo ministro “atende aos critérios técnicos e ao perfil de reputação ilibada exigidos para o cargo, com ampla experiência na área, não só da saúde, mas de gestão”. De acordo com o ministério, o nome de Queiroga foi submetido ao procedimento de consulta, obrigatório a quem assume cargos em comissão e funções de confiança.

Na análise de vida pregressa, não foram encontrados óbices jurídicos à nomeação, segundo a pasta. “Dentre os registros verificados, constatou-se que a Ação Penal – noticiada recentemente pela mídia – por suposta apropriação indébita previdenciária foi julgada improcedente, com absolvição de Marcelo Queiroga, conforme certidão emitida pela 16ª Vara Federal da Seção Judiciária de Paraíba”, diz a nota.

Com a nomeação, Queiroga é o quarto ministro da Saúde desde o começo da pandemia de covid-19. Passaram pela pasta, neste período, os médicos Luiz Henrique Mandetta, que estava desde o início do governo Bolsonaro, e Nelson Teich, seguido depois pelo general Eduardo Pazuello, do Exército.


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Vôlei: depois de 12 temporadas, Marcelo Mendez deixa Sada Cruzeiro

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O Sada Cruzeiro anunciou, através do site oficial, que o técnico argentino Marcelo Mendez não permanecerá no comando da equipe depois do final da temporada 2020/2021 do vôlei masculino nacional. A saída do profissional foi definida em comum acordo. Nascido em Buenos Aires, na Argentina, ele assumiu o time em 2009, depois de uma breve passagem pelo time de Montes Claros. Naquela temporada, nascia a parceria do então Sada Betim com o Cruzeiro Esporte Clube. União que, ao lado do treinador, rendeu 39 taças em 48 finais disputadas em 55 campeonatos.

Nessas 12 temporadas, a equipe mineira faturou três títulos mundiais, sete da América do Sul e seis da Superliga. Na nota oficial de desligamento do técnico, o Sada Cruzeiro usou as seguintes palavras: “Depois de tantas conquistas e tantos anos de uma relação extremamente vitoriosa, é chegado o momento de dissolver esta parceria. Todo duradouro relacionamento tem seu desgaste natural com o passar do tempo, e ciclos, mesmo os mais maravilhosos, também se encerram”.


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Marcelo Queiroga fala em nova onda de covid-19 e união com estados

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O indicado para dirigir o Ministério da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um pronunciamento hoje (16) na porta do órgão juntamente com o titular que deixará o comando, Eduardo Pazuello.

Queiroga falou sobre a existência de uma nova onda da pandemia. “No momento, vivemos uma nova onda da pandemia, com muitos óbitos, em que é preciso melhorar a qualidade de assistência em cada um dos nossos hospitais, sobretudo nas unidades de terapia intensiva, no enfrentamento às síndromes respiratórias agudas graves”, disse. Até então, o Ministério da Saúde utilizava o termo “repique”. Ele destacou a necessidade de união entre Executivo Federal, governos estaduais e prefeituras no combate à pandemia.

“Sobretudo agora temos que unir esforços com os secretários municipais de Saúde. O Brasil tem mais de 5.570 municípios, então há mais de 5.570 secretários municipais de Saúde. Há os secretários estaduais de Saúde, há os órgãos representativos como o Conass [Conselho Nacional de Secretários de Saúde] e o Conasems [Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde]. O Ministério da Saúde está muito empenhado em trabalhar de maneira harmônica e, em parceria, para melhorar a condição de assistência, para que efetivamente os mais de 500 milhões de doses de vacinas, que já foram tratadas aqui na gestão do ministro Pazuello, sejam aplicadas nos brasileiros de uma maneira eficiente de tal sorte que nós consigamos conter a situação do vírus e, por fim, essa pandemia”, comentou.

Prevenção

O novo titular do Ministério da Saúde também destacou a importância da população se engajar nas medidas de prevenção à covid-19, incluindo o uso de máscaras e distanciamento social. “Eu tenho certeza que nós teremos a ajuda dos brasileiros para executar as políticas públicas do interesse da população e, com isso, ter um resultado mais desejável no enfrentamento da pandemia de covid-19 e nas outras situações de saúde pública que afetam a nossa sociedade”, acrescentou.

Queiroga defendeu a combinação das ações e enfrentamento à covid-19 com medidas de proteção do emprego e assinalou o papel da ciência brasileira para subsidiar as medidas das autoridades de saúde.

O ministro Eduardo Pazuello reforçou a ideia de continuidade na gestão. “Não é uma transição, é um só governo. Continua o governo Bolsonaro. Continua o ministro da Saúde. Trocam o nome de um oficial general que estava aqui organizando a parte operacional, a gestão, a liderança, a administração e agora vai chegar um médico com toda a sua experiência na área de saúde para poder ir além. Então nós estamos somando neste momento, não dividindo, não separando. É um somatório”, comentou Pazuello.

O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, e o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falam à imprensa no ministério da Saúde. O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, e o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falam à imprensa no ministério da Saúde.

O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, e o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falam à imprensa no ministério da Saúde. – Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil


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Bolsonaro anuncia Marcelo Queiroga como novo ministro da Saúde

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O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite desta segunda-feira (15), nas redes sociais, ter acertado a nomeação do médico Marcelo Queiroga como ministro da Saúde. Os dois se reuniram ao longo da tarde no Palácio do Planalto para discutir a troca no comando da pasta. O anúncio também foi feito pelo presidente durante conversa com apoiadores na porta do Palácio do Alvorada. 

“Foi decidido agora a tarde a indicação do médico Marcelo Queiroga para o Ministério da Saúde. Ele é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. A conversa foi excelente, já o conhecia há alguns anos então não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias, e tem, no meu entender, tudo para fazer um bom trabalho dando prosseguimento em tudo que Pazuello fez até hoje”, afirmou Bolsonaro na conversa transmitida pelo site Foco do Brasil, mantido por apoiadores do presidente.

– Nesta segunda-feira convidei o atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga, para assumir o cargo de Ministro da Saúde.

Publicado por Jair Messias Bolsonaro em Segunda-feira, 15 de março de 2021

Mais cedo, o ministro Eduardo Pazuello, deu uma coletiva de imprensa para atualizar informações sobre o combate à pandemia de covid-19 e confirmou que o presidente mantinha tratativas para a sua substituição na pasta

A nomeação de Queiroga será publicada na edição de amanhã (16) do Diário Oficial da União e o processo de transição no ministério deve durar entre uma e duas semanas, disse o presidente. 

Nas redes sociais, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, também comentou a indicação de Queiroga, classificando o Ministério da Saúde como “uma das pastas mais desafiadoras e relevantes” do governo.

Perfil

Marcelo Queiroga é natural de João Pessoal e se formou em medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele fez especialização em cardiologia no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Sua área de atuação é em hemodinâmica e cardiologia intervencionista e atualmente Queiroga é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. 

Com a indicação, Queiroga será o quarto ministro da Saúde desde o começo da pandemia de Covid, há exatamente um ano. Passaram pela pasta, neste período, os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, seguido depois pelo general Eduardo Pazuello, do Exército. 

O principal desafio do novo ministro será acelerar o processo de vacinação em massa da população. Até agora, o país vacinou cerca de 4,59% da população com a primeira dose de imunizantes, percentual que corresponde a 9,7 milhões de pessoas. O Brasil acumula, até o momento, mais de 279 mil mortes por covid-19.


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Depois de 8 anos, Marcelo Melo disputa uma partida de simples

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Neste sábado (6), o tenista mineiro Marcelo Melo voltará a jogar uma partida de simples em um torneio oficial após oito anos. No qualifying do ATP 250 de Doha, o atleta enfrentará às 6h (horário de Brasília) o alemão Tim Puetz de 33 anos. O brasileiro está no Catar também para a disputa do torneio de duplas do ATP 250 de Doha, a partir desta segunda-feira (8), ao lado do holandês Jean-Julien Rojer.

O atual número 11 do ranking mundial individual de duplas não disputa uma chave de simples desde 2013. Naquela ocasião, jogou na grama de Queen’s, em Londres, vencendo dois jogos. “Será um prazer enorme voltar a jogar simples. Passei para as duplas há tanto tempo, tenho saudades. Será um momento especial”, afirma Marcelo à equipe de assessoria de imprensa. Caso vença no sábado, Melo joga no domingo (7) contra o esloveno Blaz Rola (161 no ranking de simples) em busca da vaga na chave principal.

Neste início de temporada 2021, Marcelo Melo tem três vitórias ao lado do romeno Horia Tecau, uma na estreia no Murray River Open (ATP 250) e duas no Australian Open, ambos em Melbourne. E uma vitória ao lado da russa Vera Zvonareva na estreia nas duplas mistas do Grand Slam australiano.


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Marcelo Cabo chega ao Vasco confiante e promete time ofensivo

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O Vasco apresentou, no fim da manhã desta terça-feira (02), seu novo técnico. O carioca Marcelo Cabo chega a São Januário com a missão de recuperar a confiança e o futebol do cruzmaltino, depois de uma temporada que terminou com o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Cabo terminou o Brasileirão na 13ª posição, com o Atlético-GO, e deixou o clube com o título de 2020 do Campeonato Goiano. Ex-atleta de futsal do Vasco, o treinador falou sobre a decisão de comandar o Gigante da Colina.

“É uma alegria muito grande voltar para São Januário, para o clube onde eu vivi bons momentos como atleta e espero também viver grandes momentos como treinador. Confesso que era uma meta profissional minha voltar ao Rio de Janeiro em um gigante do futebol brasileiro e mundial, como o Vasco da Gama. Eu escolhi o Vasco, quando o convite veio eu não pensei duas vezes, com muita convicção e certeza de que vamos fazer uma grande temporada e nossa torcida vai se alegrar muito”, disse o técnico no início da entrevista coletiva.

Apesar de ter pela frente competições importantes, como o Campeonato Carioca e a Copa do Brasil, o maior desafio do Vasco em 2021 vai ser a Série B. Marcelo Cabo já foi campeão da divisão de acesso, em 2016, com o Atlético-GO, e também subiu com o CSA, em 2018. O técnico confia no sucesso da equipe e admite que os confrontos são diferentes em relação aos da Série A.

“Eu tenho conhecimento pleno da competição. Vou dizer com convicção: o Vasco vai passar pela Série B e vamos trabalhar bastante para no final da temporada dar essa alegria ao torcedor com o retorno à Série A. Claro que existe uma diferença grande entre as duas divisões. Na Série A, o jogo é muito mais técnico e elaborado. A Série B é muito mais árdua, pegada, com mais choque. São campos muito diferentes. A gente precisa ter o perfil de uma equipe que vai enfrentar a Série B. São adversários que, geralmente, quando vão jogar em São Januário, são muito mais reativos. O Vasco vai fazer um planejamento e se preparar muito para a competição”.

Quando o nome de Marcelo Cabo começou a ser especulado para assumir o Vasco, a torcida passou a buscar mais informações sobre o estilo do técnico. Com Licença PRO – grau mais alto do curso da CBF Academy, da Confederação Brasileira de Futebol –  Cabo não é um treinador com um estilo fixo de jogo, mas ele adianta o que espera do Vasco.

“A história do Vasco é de equipes ofensivas. Os maiores jogadores da história do Vasco são atacantes, meias-atacantes. Então esse é o DNA do Vasco, um time que joga pra frente, que busca o gol a todo momento. Com a minha chegada não vai ser diferente. Minhas equipes sempre gostam de ocupar o campo de adversário. Eu tenho uma máxima que quanto mais tempo estivermos no campo do adversário, estamos mais longe do nosso gol e mais perto de construir gols. O Vasco tem isso em sua história e com o meu comando não vai ser diferente”, concluiu.

Marcelo Cabo ainda não vai dirigir o Vasco na estreia do Campeonato Carioca, nesta quarta-feira (03), às 21h, em São Januário. Diogo Siston, técnico do Sub-20, será o comandante cruzmaltino. A equipe vai entrar em campo só com jogadores da base.

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