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Brasil deve receber mais de 842 mil doses da vacina da Pfizer em junho

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O Brasil vai receber 842.400 doses da vacina da farmacêutica Pfizer/BioNTech contra a covid-19. A informação foi dada pelos coordenadores da Covax Facility ao Itamaraty. A previsão de entrega é para o mês de junho.

O Ministério da Saúde tem 42,5 milhões de doses de vacinas contratadas com a Covax Facility. A quantidade é suficiente para vacinar 10% da população brasileira. Até o momento, o Brasil já recebeu mais de 1 milhão de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford por meio dessa iniciativa. “Cabe ressaltar que essas 842.400 doses não fazem parte das 100 milhões já contratadas pelo Ministério da Saúde diretamente com a farmacêutica”, ressaltou o Itamaraty em nota à imprensa na noite de ontem.
 


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TST se prepara para a campanha de vacinação contra a gripe deste ano

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Tribunal já adquiriu 2,3 mil doses do imunizante

13/04/2021 – O Tribunal Superior do Trabalho (TST) já comprou as doses da vacina contra a gripe e está se organizando para dar início à imunização de ministros e servidores. Segundo a Secretaria de Saúde (Sesaud), a expectativa é que a campanha de vacinação de 2021 ocorra na segunda quinzena de maio e seja realizada na modalidade drive-thru.

O Tribunal adquiriu 2.300 doses fabricadas pelo Laboratório Sanofi Pasteur Inc (USA). O imunizante foi fabricado utilizando duas cepas de Influenza A (H1N1 e H3N2) e outras duas de Influenza B (Victoria e Yamagata).

Ainda de acordo com a Sesaud, assim que as doses chegarem ao TST, o cronograma oficial de vacinação será divulgado por meio dos canais de comunicação interna do Tribunal.

Covid-19

Para não ter reações adversas no organismo, o Ministério da Saúde recomenda que quem tiver recebido a vacina contra a covid-19 espere pelo menos 14 dias para se imunizar contra a gripe.

Cuidados

Os cuidados para evitar a gripe são os mesmos para evitar a transmissão da covid-19. As recomendações são: lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou higienizar com álcool 70% em gel; evitar cumprimentar outras pessoas com aperto de mão, abraço ou beijo; evitar compartilhar copos, pratos, talheres e objetos pessoais; evitar tocar a boca, nariz e olhos; e usar máscara facial cobrindo boca e nariz inteiramente.

(Juliane Sacerdote/RT)


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Butantan reforçará dados sobre aplicação de vacina para evitar perdas

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O Instituto Butantan vai reforçar as informações sobre a aplicação da vacina CoronaVac contra a pandemia de covid-19. Segundo o instituto, foi constatado que a prática incorreta na extração das doses das ampolas resulta na perda de doses em alguns postos de aplicação.

“Todas as notificações recebidas pelo instituto até o momento relatando suposto rendimento menor das ampolas foram devidamente investigadas, e identificou-se, em todos os casos, prática incorreta na extração das doses nos serviços de vacinação. Portanto, não se trata de falha nos processos de produção ou liberação dos lotes pelo Butantan”, ressalta nota divulgada pelo instituto.

Ampolas teriam menos doses

Em reunião realizada na semana passada pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Goiás, várias cidades relataram que ampolas de CoronaVac teriam menos doses do que as dez doses informadas pelo Butantan.

Ainda segundo o instituto, cada frasco tem 10 doses de 0,5 mililitro cada, totalizando 5 ml. Porém, é envasado um conteúdo extra de aproximadamente 0,7 ml, o que possibilita uma margem para as aplicações das 10 doses. Por isso, o instituto vai revisar a bula da CoronaVac, de maneira a deixar mais claras as informações sobre a extração do líquido dos frascos e adicionar um QRCode com um vídeo demonstrativo do procedimento.

O Butantan informou, ainda, que seringas com volume maior do que o necessário podem dificultar a visualização da quantidade de vacina por não terem todas as gradações necessárias. É preciso ainda que os profissionais estejam atentos à posição correta da seringa na ampola, finalizou o instituto.


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EUA pedem pausa em aplicação de vacina da Johnson & Johnson

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Agências federais de saúde dos Estados Unidos (EUA) recomendaram nesta terça-feira (13) uma pausa na aplicação da vacina contra a covid-19 da Johnson & Johnson, depois de seis pessoas que a receberam desenvolverem um distúrbio raro envolvendo coágulos sanguíneos.

A medida é adotada menos de uma semana depois de reguladores europeus afirmarem que encontraram uma possível relação entre a vacina contra a covid-19 da AstraZeneca e um problema raro de coágulos sanguíneos, que levou a um pequeno número de mortes.

A vacina de dose única da Johnson & Johnson – a maioria das vacinas contra a covid-19 é aplicada em duas doses– e o imunizante de baixo custo da AstraZeneca são vistos como ferramentas vitais contra uma pandemia que já causou mais de 3 milhões de mortes.

O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) fará uma reunião na quarta-feira (14) para analisar os casos relacionados à vacina da J&J e a agência reguladora Foods and Drugs Administration (FDA) revisará a análise, disseram os dois órgãos em comunicado conjunto.

As seis pessoas que receberam a vacina e desenvolveram o distúrbio raro são mulheres na faixa de 18 a 48 anos, e os sintomas surgiram entre seis e 13 dias após a aplicação.

Nos casos, um tipo de coágulo sanguíneo chamado trombose de seios venosos cerebrais foi detectado, em combinação com baixo nível de plaquetas sanguíneas.

O CDC e a FDA disseram que os eventos adversos parecem ser extremamente raros.

A J&J disse estar trabalhando próxima dos reguladores e afirmou que nenhuma relação causal clara foi estabelecida entre os eventos e a vacina, feita por sua unidade farmacêutica Janssen.

Uma mulher morreu e uma segunda no estado do Nebraska, foi hospitalizada em estado grave, disse o jornal The New York Times citando autoridades.

Até o dia 12 de abril, mais de 6,8 milhões de doses da vacina da J&J foram aplicadas nos Estados Unidos.

Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização temporária para uso em caráter emergencial no Brasil da vacina da Janssen, um braço da Johnson & Johnson. O governo federal já adquiriu 38 milhões de doses do imunizante.

Seguindo a recomendação da área técnica da Anvisa, a maioria dos diretores votou pela permissão de uso, com base em uma avaliação de que os benefícios da vacina superam os riscos trazidos por ela.

Conforme a área técnica, o imunizante pode ser aplicado em pessoas com mais de 18 anos, com ou sem comorbidades. A eficácia geral demonstrada pela farmacêutica no processo de submissão foi de 66,9%. Quando considerados casos graves, a eficácia comprovada foi de 76,7% após 14 dias e 85,4% depois de 28 dias.

Diferentemente das vacinas de outros fabricantes, a da Janssen tem eficácia com apenas uma dose.

*Com informações de Manas Mishra – repórter da Reuters e de Jonas Valente – repórter da Agência Brasil


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Vacinação contra a gripe para população-alvo começa dia 19 no Rio

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O início da campanha de vacinação contra a gripe para a população em geral foi adiado para a próxima segunda-feira (19), no estado do Rio de Janeiro. Nesta semana, a imunização contra a influenza é restrita aos trabalhadores da saúde que atuam na urgência e emergência dos hospitais. A decisão da Secretaria de Estado de Saúde (SES) atende pedido dos municípios uma vez que a campanha se dará ao mesmo tempo da aplicação das doses das vacinas contra a covid-19 e, ainda, porque os municípios queriam imunizar primeiro toda a força de trabalho da saúde que está à frente do combate à doença.

A campanha da vacinação contra a gripe seguirá até julho em três etapas e a expectativa é imunizar 6,8 milhões de pessoas, o que corresponde a 90% dos grupos prioritários, entre outros, crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias) e povos indígenas, que começam a ser imunizados na segunda-feira que vem. Pelos números da SES, nesse grupo que vai receber a vacina até maio, estão 1 milhão 933 mil 898 pessoas.

Na segunda fase serão vacinados idosos com 60 anos ou mais e professores, com um total previsto de 3 milhões 186 mil e 89 pessoas. A última fase para um público-alvo estimado em 1 milhão 730 mil e 698 pessoas estão as que têm comorbidades, as com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário passageiros urbano e de longo curso, Trabalhadores Portuários, Forças de Segurança e Salvamento, integrantes das Forças Armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas.

Distribuição

A previsão é que a SES completa hoje (13) a entrega de 555.600 doses de vacina contra influenza aos 92 municípios do estado, mas desde cedo está enfrentando dificuldades com o clima chuvoso e de nebulosidade no Rio. De acordo com a secretaria, as cidades do Rio, de Niterói, São Gonçalo e Maricá, na região metropolitana, retiraram ontem suas doses em caminhões e vans, diretamente na Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) da SES, em Niterói. Para os outros 88 municípios, a distribuição é realizada com o uso de seis helicópteros, sendo dois do governo do Estado, um da Secretaria de Estado de Polícia Civil, dois do Corpo de Bombeiros e um da Secretaria de Estado de Polícia Militar. Além de 264.300 doses contra a gripe, as aeronaves vão transportar 72.440 doses de vacina Oxford/AstraZeneca. Ao todo, serão distribuídas 158.250 doses da vacina contra a covid-19, incluindo os municípios que já fizeram a retirada na véspera.

O secretário de Saúde, Carlos Alberto Chaves, disse que a pasta procurou garantir que os municípios recebessem as doses no mesmo tempo. “Assim como já vínhamos fazendo com a vacina contra Covid-19, estamos realizando a entrega da vacina de influenza a todos os municípios ao mesmo tempo. Queremos que todos os cidadãos do estado tenham o mesmo tratamento”, indicou.

Influenza x Covid-19

O médico sanitarista da SES Alexandre Chieppe informou que quem já teve covid-19 pode se vacinar contra influenza, porque são duas doenças completamente diferentes. Ele alertou que as duas vacinas não devem ser aplicadas de forma simultânea e acrescentou que a prioridade é se imunizar contra o novo coronavírus.

Segundo ele, o recomendado é aguardar um período de 15 dias entre a aplicação de uma e outra vacina para as duas doenças. No caso da coronaVac, que tem um período menor entre a primeira e a segunda dose, de 28 dias, o médico afirmou que a pessoa pode esperar completar a imunização, dar o prazo de 15 dias após a segunda dose, para aí, então, procurar um posto de vacinação contra a gripe. Já para quem recebeu a primeira dose da Oxford/AstraZeneca, que tem o prazo de três meses para a segunda dose, depois de passados os 15 dias, pode se vacinar contra a influenza, sem precisar aguardar a data da dose que a vai imunizar contra a covid-19.

No momento da aplicação da dose, a pessoa deve prestar atenção e verificar qual é a vacina indicada no frasco para evitar erro na imunização. Se houver algum problema deve procurar o coordenador do posto de vacinação.


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Vacina da Fiocruz Minas e UFMG avança em testes de laboratório

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Um estudo para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19 pelo Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluiu, com “resultados bastante animadores”, a etapa de prova de conceito, informou ontem (12) a Agência Fiocruz. Tal etapa faz parte dos estudos pré-clínicos, em laboratório, e indica se a vacina tem potencial para produzir resposta imune e proteção contra a doença.

Cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV) da Fiocruz Minas e do Centro de Tecnologia em Vacinas da UFMG trabalham no desenvolvimento deste imunizante, desde março de 2020. Segundo os pesquisadores, a vacina não apenas protegeu os camundongos usados na prova de conceito, como também evitou qualquer manifestação clínica da doença.

A pesquisa agora seguirá nos estudos pré-clínicos, com testes em macacos, considerados fundamentais para que se possa avançar em direção aos testes clínicos, em humanos. Nos primatas não-humanos, os pesquisadores vão investigar se a resposta imune causada pela vacina tem capacidade de produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

O início dos testes em humanos pode ocorrer ainda neste ano, segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo. Porém, essa etapa requer a produção de um lote piloto da vacina dentro de rigorosos critérios de boas práticas e controle de qualidade, o que exigirá maior volume de recursos financeiros.

O pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do INCTV, explica que a plataforma tecnológica usada na vacina consiste na combinação de duas proteínas, entre elas a proteína S, utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células do hospedeiro. Essas proteínas são combinadas em uma proteína “quimera”, que obteve os resultados positivos na prova de conceito.


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Covid-19: vacinação em Serrana (SP) imuniza mais de 97% da população

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A cidade de Serrana, no interior paulista, concluiu a vacinação em massa da população adulta do município contra o novo coronavírus. Segundo dados divulgados pelo Instituto Butantan, 27,1 mil pessoas receberam as duas doses de CoronaVac, o imunizante feito em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

A vacinação atingiu 97,9% do público-alvo, que era toda a população com mais de 18 anos do município. Vivem na cidade aproximadamente 45 mil pessoas.

De acordo com o diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, os resultados da vacinação poderão ser vistos em maio, quando as pessoas imunizadas deverão ter desenvolvido anticorpos a partir da ação da vacina. “O que a gente tem que pedir é um pouco de calma, de paciência”, afirmou, acrescentando que é preciso esperar até que seja possível medir a eficácia da vacina na população.

Segundo Palacios, durante a aplicação das 54,8 mil doses no município foram verificados 46 eventos adversos graves. Nenhum dos casos estava ligado com a vacinação.

Chamado de Projeto S, a vacinação em massa em Serrana pretende determinar se a imunização pode efetivamente diminuir a transmissão do vírus. Há a possibilidade de que o imunizante apenas evite os casos mais graves, mas que o vírus continue circulando e causando novas infecções.

A participação dos cidadãos no estudo aconteceu de forma voluntária.

 


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CNM pede coordenação para enfrentar covid-19 e nega estoque de vacina

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O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, afirmou hoje (12) que não existe estoque de vacinas nas cidades. “As vacinas estão sendo administradas de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, o qual orientou a reserva do imunizante para a aplicação da segunda dose”, disse Aroldi em audiência pública na Comissão Temporária da Covid-19 do Senado.

Para ele, faltam uma coordenação nacional da estratégia de combate à covid-19 e também um mapeamento nacional da propagação das novas variantes. “[Isso] combinado com uma baixa testagem da população, resulta num cenário em que estamos apenas enxugando gelo”, afirmou. 

De acordo com o Painel Nacional, até o dia 11 de abril já foram vacinados com a primeira dose mais de 20,5 milhões de brasileiros, e com a segunda dose, 6 milhões. Sendo assim, observou o presidente da CNM, além dos grupos prioritários com vacinação em andamento é preciso assegurar a vacinação de segunda dose para 14,5 milhões de pessoas.

Ainda para o presidente da CNM, a diferença que aparece no Painel do Ministério da Saúde, entre doses entregues aos municípios e doses aplicadas na população, não corresponde à realidade. Aroldi disse, ainda, que o ministério lança no sistema como dose entregue assim que libera os lotes e até estas vacinas estarem disponibilizadas para aplicação na ponta, o sistema informa como estoque não aplicado.

Outro motivo listado pela CNM foi a incerteza na entrega de novas remessas, o que impõe reservas para a aplicação da segunda dose. Além disso, a digitalização no sistema das doses efetivamente utilizadas é efetuada apenas nos dias após a aplicação e ainda são várias as reclamações de municípios com problemas de carregamento das informações pelo sistema do Ministério da Saúde, que apresenta grande instabilidade, o que atrasa ainda mais o registro das doses já aplicadas, argumentou.

Aos senadores, o presidente da CNM disse que os municípios brasileiros possuem uma capacidade de aplicar 1,5 milhões de doses/dia. E podem ampliar rapidamente esta capacidade.

Colapso

O presidente da CNM também chamou atenção para o colapso do Sistema de Saúde, que, segundo ele, não está ocorrendo somente na rede hospitalar. “Observamos a mesma situação na rede de atenção básica, constituída como a porta de entrada do SUS [Sistema Único de Saúde] para todos os problemas de saúde dos brasileiros”, afirmou, acrescentando que a rápida saturação da Rede de Atenção Especializada levou também ao aumento explosivo de atendimentos na atenção primária, válvula de escape para os pacientes que não encontram leitos nos hospitais.

“Desde o início da pandemia estamos realizando semanalmente pesquisas e consultas aos prefeitos para identificar as dificuldades, anseios e necessidades de cada uma das nossas 5.568 cidades. O quadro nunca foi tão dramático como agora”, garantiu.

Segundo levantamento da confederação, nas duas semanas entre o fim de março e início de abril, cerca de 48% dos prefeitos relataram que o hospital de referência da sua região estava em risco iminente de ficar sem medicamentos do chamado kit intubação. Já no levantamento dessa última semana, que contou com a resposta de 3.169 prefeitos, este percentual recuou para 38,1%. A diminuição foi atribuída pela entidade às ações implementadas pelos gestores locais em cada município.

Ainda nas duas semanas entre o fim de março e início de abril, o levantamento apontou que 26% dos prefeitos relataram risco iminente de falta de oxigênio. Nesta última semana, este percentual também caiu para 18,6%.


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Acompanhe lançamento da Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, lança neste momento a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A representante da Organização Pan-Americana da Saúde, Socorro Gross, também participa do evento.

Além de evitar complicações decorrentes da gripe, a vacinação pode impedir sobrecarga sobre o sistema de saúde que atende pacientes com covid-19.

Acompanhe, ao vivo, o lançamento da campanha

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O Ministério da Saúde não recomenda que seja feita a aplicação das vacinas contra a covid-19 e contra a influenza conjuntamente. A orientação que as pessoas que estiverem nos grupos prioritários procurem se vacinar antes contra a covid-19. Especialistas recomendam 14 dias entre uma aplicação e outra.

 

 

 


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Estado de SP inicia hoje vacinação de profissionais da educação

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Os profissionais da educação do estado de São Paulo começaram hoje (10) a receber a vacina contra a covid-19. Estão disponíveis, em uma primeira etapa, 350 mil doses para os educadores. Poderão ser vacinados os profissionais que atuam nas escolas das redes públicas (municipal, estadual e federal) e privada com idade a partir de 47 anos. O público-alvo representa cerca de 40% de todos os profissionais da educação básica em São Paulo.

Estão sendo imunizados funcionários que atuam em diversas funções, como secretários, auxiliares de serviços gerais, faxineiras, mediadores, merendeiras, monitores, cuidadores, diretores, vice-diretores, professores de todos os ciclos da educação básica, professores, coordenadores pedagógicos, e professores temporários.

Para receber a vacina, os profissionais devem fazer o cadastro na plataforma VacinaJá Educação. Até ontem (9) já haviam sido cadastrados mais de 465 mil educadores; 163 mil deles já estão validados e aptos a receber a primeira dose.

Idosos de 67 anos

A partir da próxima segunda-feira (12), os idosos de 67 anos ou mais também poderão ser vacinados contra a covid-19. As 350 mil pessoas que compõem este grupo no estado poderão procurar os postos a partir da próxima semana para receber sua primeira dose. Já os 760 mil idosos com 65 e 66 anos começarão a ser imunizados no próximo dia 21.